Arquivo da categoria ‘Teorias da Conspiração’

imagesContinuando com o tema “simbologia e subconsciente” como já postado anteriormente em um outro tópico aqui do blog, dessa vez gostaria de ir mais a fundo nesse tema, e descobrir realmente porque os símbolos são tão impactantes assim, qual o motivo de causar “temor” e tanto receio assim na mente da maioria das pessoas.

Creio que não seja segredo para ninguém a existencia das duas mentes que estão equipadas em todos os seres humanos, a mente racional e a mente irracional, e obviamente, a forma como elas funcionam, de qualquer forma vamos dar um exemplo simples para que o restante dessa matéria seja melhor absorvida e analisada. A mente racional ou consciente é essa mesma que você está usando para ler esse texto nesse momento, enquanto que a mente irracional ou subconsciente é essa que está controlando sua respiração, seus batimentos cardíacos e o controle de temperatura do seu corpo entre outras tarefas que a mente consciente não está nem um pouco preocupada e não dá a menor atenção.

Uma das partes interessantes da mente consciente e subconsciente é que por mais que a mente consciente se esforce ela não consegue “domar” ou controlar a mente subconsciente, e isso se dá ao fato das duas mentes terem um método de comunicação ou linguagem único e diferente entre si, ou seja, a forma que a mente consciente “vê” é totalmente diferente da forma como a mente subconsciente “enxerga”, a mente subconsciente “trabalha” com metáforas e simbolismos enquanto que a mente consciente, como sabemos bem, age diretamente com o que conseguimos captar com nossos sentidos e nos é “real e palpável”.

Outro intrigante ponto desse estranho relacionamento entre as duas mentes é que a nossa mente consciente é o verdadeiro governante sobre a mente subconsciente, para ficar ainda fácil e não deixar o texto cheio de termos chatos e metódicos, vamos chamar a partir de agora a mente consciente de “mente menor” e a mente subconsciente de “mente maior”.

Mas como a mente menor pode controlar a mente maior?

Bem, você já deve ter ouvido em algum lugar, alguém dizer que “somos todos um”, ou que todos temos a “centelha divina” etc, etc…é bem por ai mesmo…a diferença é que não existe nada de realmente muito “divino” nisso, não existe mágica ou coisas muito complicadas, talvez uma mudança de paradigma ou na forma como cada vê a realidade ao seu redor…mas, nada “muito” radical…um pouquinho só…

Segundo algumas crenças orientais (na verdade todas elas) e até mesmo algumas ocidentais, todo o universo é uma coisa só, como um grande organismo que quando visto parcialmente é apenas um amontoado de caos sem sentido aparente, mas ali existe uma lógica, profunda e inabalável, que opera com valores e leis simples e poderosas.

Todo esse vasto universo e além dele, é tudo aquilo que existe e sempre existiu e tudo que existe nele, obviamente é também ele próprio, portanto, nós somos parte inconfundível desse organismo, a parte interessante nisso é que essas mesmas crenças, tanto orientais muito antigas, como as ocidentais, afirmam que o universo e tudo nele e além dele, é uma espécie de sonho, uma criação mental, então assim sendo, nossa mente maior é apenas uma extensão dessa mente superior universal, e a nossa mente menor é simplesmente o “gatilho” ou um “playground” para a mente maior e consequentemente a mente superior universal.

Uma metáfora simples e que vai ser entendida de forma bem fácil seria essa, nossa mente menor é um software, um programa que vai ser instalado no sistema operacional de um computador, que seria a mente maior que por sua vez fará a conexão com uma rede maior, a internet ou intranet local, no nosso caso, a “internet cósmica universal”, como sabemos bem, a comunicação entre o software e o sistema operacional de um computador não é o mesmo que nos é passado pela tela do monitor, não é possível “escrever” um programa na mesma linguagem que a interface do monitor nos mostra, é preciso programar na linguagem de “máquina” usando qualquer língua de programação disponível (C++, Visual Basic, Java, etc).

O que acontece com a mente menor e maior é a mesma coisa, embora a mente menor seja o software que vai fazer o sistema operacional funcionar devidamente e tirar o melhor proveito do equipamento, essa comunicação se faz de forma não completamente entendível pela nossa interface visual, ou seja, os sentidos racionais que temos da realidade, os símbolos e metáforas fazem parte da linguagem de “máquina” necessária para que as ordens e comandos da mente menor sejam interpretadas e obedecidas pela mente maior, e assim tirar o máximo proveito do equipamento e quem sabe até mesmo acessar a “internet cósmica”.

Mas o que isso tem a ver com o famoso “somos todos um”?

Bem, um dos grandes “mistérios” que a nossa querida ciência convencional não consegue entender é, de onde vem a consciência, esse é um tema considerado ainda um grande “tabu” dentro da comunidade científica mundial, o que acabou levando qualquer especulação ou estudo sobre a consciência para o ingrato campo da “pseudo-ciência esotérica”.

O que podemos entender é que, a consciência é algo comum a todos os seres humanos, porém cada um tem uma visão própria dessa consciência, uma visão única da sua realidade, ou seja, todos possuímos um software programado unicamente para nós, mas que interage com um sistema operacional “multitarefa” que está em um ambiente de “código livre” e aberto á todos.

Mas se os símbolos são essa ligação da nossa mente menor com a mente maior, porque então as pessoas tem tanta relutância em aceitá-los ou mesmo um inexplicável pavor por certas simbologias e sinais?

Porque elas estão tentando decifrar esses símbolos com a mente menor, estão tentando ler esses símbolos como se vê, e como já vimos alguns parágrafos acima, os símbolos funcionam com um tipo de linguagem diferente que só é entendido pela mente maior.

Chegamos num ponto muito interessante agora, pois abordaremos o tema que está “na moda” em quase toda a internet moderna, as famosas “teorias da conspiração” e as “temíveis” sociedades secretas.

annunaki

Para poder entender um pouco do porque sociedades secretas estão cheias de simbolismos, é necessário voltar ao passado, nos primórdios da civilização, os Sumérios e Babilônicos, e curiosamente essas duas culturas são o “prato favorito” dos teóricos da conspiração, simplesmente porque o simbolismo é muito forte e evidente nessas culturas.

Sociedades secretas foram criadas para garantir e assegurar que um certo tipo de conhecimento não se perdesse no tempo, através das gerações, uma mente treinada que consegue trabalhar conjuntamente a mente menor e a mente maior não terá grandes dificuldades em entender o significado dos muitos símbolos existentes, mas nem todos os símbolos foram criados como uma forma de passar conhecimento adiante, os símbolos estão em todos os lugares, até mesmo em nosso corpo, nosso pensamento, é uma linguagem universal, qualquer pessoa sabe o que a figura de uma lampada em cima de uma cabeça significa, ou o que um sifão ou um sinal de positivo feito com a mão significa, tudo é formado por símbolos, até mesmo esse texto que você está lendo.

Os símbolos são uma linguagem universal, que é perfeitamente entendida pela mente maior, e consequentemente pela mente superior, sociedades secretas sabem muito bem disso, esse é um conhecimento que está sendo usando durante muito, muito tempo sem que a maioria das pessoas tenha qualquer noção disso.

Repare nas logomarcas e logotipos das grandes empresas multibilionárias existentes, todas terão um elemento geométrico, um circulo ou um triângulo, esses símbolos estão dizendo alguma coisa para o seu subconsciente, a sua mente maior, pois é sabido o efeito que esses símbolos tem na nossa mente maior e o poder que essa mente tem.

Mas isso não tem nada absolutamente nada a ver com “satanismo” e coisas do capeta católico cristão, criado pela igreja católica, isso tem a ver com controle, esse conhecimento continua não divulgado as massas pelo simples fato da massa não se importar, o poder que toda essa simbologia exerce vai muito além do que a maioria das pessoas crê ou entende, pois esses símbolos são uma ligação direta da nossa mente maior com a mente superior, a mente que cria a nossa realidade, o conhecimento de certos segredos que podem alterar esse “playground” da forma que desejarmos, e devemos reconhecer, que nem todos estão preparados para lidar com isso.

Para que a matéria não se torne chata e tediosa, deixarei uma terceira parte para mais adiante, onde abordaremos a simbologia existente de forma mais profunda e na medida do possível e permitido, mais direta e sem muitas frescuras, até mais!

…ou porque as sondas Viking I e II e a Mars Pathfinder encontraram somente pedras e areia vermelha em meio a um deserto inabitado num mundo fervilhando com vida muito inteligente.

Por Helen M. Canterbury
marvin
Marcianos estão num meio termo entre a ciência e a religião terrenas. Eles não são nem uma coisa nem outra. Tanto a ciência quanto a religião separam o sujeito do objeto. Marcianos não.

O método científico como conhecido na Terra, por exemplo, separa o observador do fenômeno, tomando por certa a premissa de que o fenômeno é algo que existe por si mesmo. Ele assume que o fenômeno é’ alguma coisa que você pode colocar num laboratório, medir, quantificar, e repetir exaustivamente tantas vezes quantas necessárias a fim de elaborar uma teoria ou de enunciar um teorema.

Marcianos, entretanto, tem planos diferentes. Eles conhecem as leis da física quântica muito bem, e eles aplicam as suas regras a qualquer um tentando investigá-los, seja em Marte seja na Terra. Eles são como mercúrio : você não pode “pegá-los” com suas mãos. Eles escorrem por entre as suas mãos bem debaixo do seu nariz.

Eles têm a habilidade de ler seus pensamentos tão facilmente que poder-se-ia dizer que isto é tão simples para eles quanto andar ou beber um copo d’água. Do ponto-de-vista marciano, trata-se de algo bem corriqueiro.

Então aqui você tem uma inversão total do método científico como conhecido na Terra : o assim chamado “fenômeno” é inteligente e investiga o observador. Você não pode investigar um marciano : ele investiga você antes.

É por isso que você não pode colocá-los num laboratório. É por isso que as duas sondas espaciais que aterrissaram em Marte em 1976 – as Vikings I e II – não acharam nada a não ser pedras e areia vermelha num deserto inabitado.

O que é real ? O que é realidade ? Varia de observador para observador… Se você considerar “realidade” como tudo o que penetra o seu campo de percepção e que consequentemente pode ser percebido através de seus sentidos físicos, ou através das lentes e ponteiros dos seus instrumentos, então alguém mais apenas tem que manipular as aparências do que você supõe estar existindo à sua volta ou manipular as lentes e ponteiros de seus instrumentos para criar novas descrições de realidade para sua mente.

Como você sabe que um filme é um filme ? É porque você vai ao cinema ou para a sua TV sabendo previamente que é apenas um filme. E se um “filme” pudesse ser projetado por meio de tecnologia avançada nas lentes e ponteiros dos seus instrumentos, e os “produtores” deste “filme” não quisessem que você soubesse que na realidade os seus instrumentos estavam tirando fotos de um holograma tangível de três dimensões ? Seus instrumentos poderiam fazer qualquer coisa que você quisesse, incluindo colher e analisar “amostras de solo”, “amostras de pedra” ou a “composição da atmosfera” deste holograma físico e tangível… Como você poderia então separar a “realidade” da ilusão ?

É por isso que todas as sondas terrestres enviadas a Marte até este momento – incluindo as Vikings I e II, e também a recente Mars Pathfinder em 1997 – descobriram apenas o que os marcianos as prepararam para encontrar…

Existe vida inteligente em Marte. Vida extremamente inteligente, aliás. Os marcianos vêm captando nossas transmissões de TV desde os anos 20. Durante o século vinte – particularmente após as duas explosões públicas de bomba atômica em 1945 (Hiroshima e Nagasaki), eles vêm enviando milhões e milhões de seus cidadãos para se misturar com os terrestres na Terra.

Eles estabeleceram dezenas de Centros de Operações ao redor do mundo – a maioria em instalações subterrâneas – assim como milhares e milhares de postos avançados e cabeças-de-ponte militares na superfície da Terra. Estas instalações subterrâneas não tem nada a ver com aquelas descritas por certas áreas da Ufologia. Estas últimas – quando não mistificações – são mais apropriadas para outro tipo de alienígenas (anteriormente) presentes na Terra, representando as forças involutivas.

Desde o final do século dezenove, forças involutivas representando a escória deste quadrante da galáxia demonstraram interesse em colonizar o planeta Terra, escravizar sua população, comprar a ajuda de alguns colaboradores, e estabelecer aqui um trampolim estratégico para invadir Marte, vizinha da Terra no sistema. Sabendo disso, os marcianos se anteciparam, fazendo sua jogada da mesma forma que jogadores numa partida cósmica de xadrez.

Diferentemente do que a cultura terrestre erradamente absorveu, os marcianos também são humanos. Eles também têm duas pernas, dois braços, cabeça, tronco, e aproximadamente a mesma estatura. Eles também tem um nariz, dois ouvidos, uma boca e dois olhos. Existem diferenças, entretanto. A forma original de um marciano apresenta uma variação na textura da pele – a qual é macia como a pele de um bebê terrestre, ainda que muito forte – e também variações menores no formato dos olhos, suas pupilas, e nas orelhas, de forma tal que eles não poderiam operar na superfície da Terra sem serem reconhecidos. É por causa disto que eles têm de alterar suas formas ao menos levemente a fim de viver aqui.

Marcianos são espiritualmente desenvolvidos e têm uma mentalidade totalmente diferente. Comparativamente, uma criança marciana é espiritualmente mais desenvolvida do que os mais avançados entre a elite dos monges tibetanos terrestres. Eles estão anos-luz à frente da mentalidade Zen.

Eles têm vivido em paz e harmonia pelos últimos dois mil anos terrestres, desde que uma Invasão frustrada perpetrada por uma raça de conquistadores alienígenas não-humanos forçou-os todos a unir suas forças e a expulsar os invasores. Como resultado deste trauma e após um tremendo salto em sua ciência, eles construíram Fobos, o qual é um satélite artificial gigante e que funciona como o quartel-general militar da Aliança para este sistema solar.

Eles não usam mais dinheiro, e transcenderam a necessidade de sexo. Apenas o amor verdadeiro sobreviveu após alguns séculos de transformação. Sua atual sociedade é o que muitos na Terra chamariam de “paraíso”. Agora muitos deles estão aqui vivendo entre nós, se comportando exatamente como personagens num palco, fazendo exatamente o que os terrestres fazem.

Quando não estão operando no palco da Terra, contudo, marcianos comportam-se diferentemente. Eles não comem carne, por exemplo. Comer carne animal em Marte seria considerado como sendo tão bárbaro como seria comer carne humana na Terra.

Eles jamais tiveram a intenção de interferir com o livre arbítrio dos indivíduos vivendo na Terra, e sendo assim tiveram uma preocupação especial em relação a ser observados da Terra. Eles jamais poderiam permitir que uma simples observação pudesse gerar uma reação em cadeia que espalhasse a noticia sobre a existência de vida em Marte e que causaria mudanças profundas na sociedade terrestre.

A mentalidade terrestre de “conquistar”, “pegar”, “explorar” novos “territórios” e usá-los em seu próprio “benefício” para gerar “lucros” para uns poucos indivíduos certamente prevaleceria sobre qualquer outro ponto-de-vista.

Então desde o início uma operação militar marciana foi ativada na Terra : todos os telescópios precisos o bastante para detectar sinais inquestionáveis de vida inteligente em Marte (não mais do que vinte supertelescópios ao redor do mundo – ou em órbita) foram manipulados. Providenciou-se que suas lentes e instrumentos, ao menos ao apontar para Marte, enxergassem imagens holográficas de pedras, crateras, areia e deserto.

A sociedade marciana tem uma tecnologia muito avançada para padrões terrestres. A ciência deles desenvolveu a capacidade de viajar além da velocidade da luz. Eles usam “buracos de verme” como janelas no espaço para pular para outro quadrante espacial. Eles dominam a tecnologia anti-gravitacional dentro da atmosfera de um planeta, a qual é usada por seus discos voadores (em geral de forma triangular) e naves-mãe enquanto na Terra. E eles usam também a tecnologia do teletransporte, dentre diversas outras tecnologias.

Em relação às religiões terrestres, elas também separam o sujeito do objeto. Religiosos, homens de fé e frequentadores de igreja em geral acreditam que Deus é uma entidade externa superior para ser adorada e venerada, e que eles são os pecadores. Esta entidade externa, alguns acreditam, seria capaz de julgá-los, puní-los ou premiá-los, e de controlar os seus destinos, e necessitaria de intermediários – as Igrejas e seus padres ou sacerdotes – de forma a transmitir a eles as palavras ou a sabedoria de Deus, de Seus representantes na Terra (o Messias ou fundador de cada religião), ou dos assim chamados “profetas”. Algumas religiões possuem diversos deuses, semi-deuses ou divindades, mas eles também são idolatrados ou venerados por seus seguidores.

Para os marcianos, Deus está dentro de cada um de nós. Não é algo separado de nós, nem algo que precise de intermediários, Messias ou “profetas” para se manifestar. Para eles, Deus – ou Unab, como eles gostam de chamar – está também no próprio Universo, e dentro dos átomos e moléculas. É a força que permeia tudo o que existe – matéria e anti-matéria, visível e invisível – e que você sente bem no fundo do seu coração.

Para os marcianos, não existe uma “Tábua dos Dez Mandamentos” ou algo parecido. Marcianos não pensam em termos de “certo” ou “errado”. O que são “pecados” senão dualidades não resolvidas na mente de alguém ?

Os marcianos desenvolveram praticamente todas as áreas de seus cérebros – todas as faculdades paranormais – que ainda estão latentes para parte dos terráqueos. Eles podem levitar, mover objetos, comunicar-se entre si por telepatia, e executar ações que desafiam as leis da física terrestre, como a interpenetração da matéria por exemplo.

Eles não consideram estas ações como “milagres”, mas tão somente como resultado de um desenvolvimento natural dos seus espíritos e de suas mentes. Eles simplesmente comandam os átomos e as moléculas dos objetos com a vontade e a sabedoria apropriadas para movê-los do modo que eles querem. É um esforço conjunto entre seu conhecimento científico e seus espíritos.

Se houvesse uma frase que pudesse definir os sentimentos marcianos em direção a “Deus”, ela provavelmente seria :

“Conhece-te a ti mesmo, e conhecerás o Universo”

Então enquanto a humanidade projetar a sua ganância e a sua mentalidade de “conquistar” ou de “tirar vantagens ou lucros” sobre outros mundos, ao invés de compartilhar e aprender com eles, todas as sondas e naves enviadas a Marte “encontrarão” apenas pedras, crateras e areia.

Em outras palavras, o objeto que é visto depende da mentalidade do sujeito. O fenômeno depende da mentalidade do observador. Marcianos sabem física quântica.

Mais de quarenta milhões de marcianos operam como personagens no palco Terra hoje em dia, além de mais dez milhões de seus aliados de outros planetas. A sociedade terrestre está organizada de uma forma tal que qualquer observador que tivesse a oportunidade de “provar” a existência do fenômeno provavelmente seria tentado a usar esta evidência para obter vantagem pessoal e conseguir fama, dinheiro e sucesso. O fenômeno seria transformado num circo. Os marcianos são espiritualmente desenvolvidos e não gostam disso. Você gostaria disso ?

Então um corolário baseado na Terra da frase acima seria :

“Conhece-te a ti mesmo, e conhecerás os marcianos ao seu redor”

ou talvez :

“Conhece-te a ti mesmo, e conhecerás o marciano por trás da máscara”.

A Ligação Nazi com Shambhala e Tibete

Alexander Berzin Maio de 2003

Tibet

Introdução

Muitos membros superiores do regime nazi, incluindo Hitler, mantinham crenças ocultas bizantinas. Entre 1938 e 1939, impelidos por essas crenças, os alemães enviaram uma expedição oficial ao Tibete, a convite do governo tibetano, para assistir às celebrações do Losar (Ano Novo). O Tibete tinha sofrido uma longa história de tentativas de anexação pelos chineses e de falhas britânicas de prevenir a agressão ou proteger o Tibete. Sob Stalin, a União Soviética perseguiu severamente o budismo, especificamente a forma tibetana praticada entre os mongóis dentro das suas fronteiras e do seu satélite, a República Popular da Mongólia (Mongólia Exterior).

Pelo contrário, o Japão apoiava o budismo tibetano na Mongólia Interior, que tinha anexado como parte de Manchukuo, o seu estado-fantoche na Manchúria. Alegando que o Japão era Shambhala, o governo imperial estava tentando ganhar o apoio dos mongóis, sob seu domínio, para uma invasão da Mongólia Exterior da Sibéria com o propósito de criar uma confederação pan-mongol, sob proteção japonesa. O governo tibetano estava explorando a possibilidade de também obter a proteção do Japão face à situação instável. O Japão e a Alemanha tinham assinado um Pacto Anti-Commintern, em 1936, declarando a sua hostilidade mútua em relação à propagação do comunismo internacional. O convite para a visita de uma delegação oficial da Alemanha Nazi foi prolongado neste contexto.

Em Agosto de 1939, logo após a expedição alemã ao Tibete, Hitler quebrou o seu pacto com o Japão e assinou o Pacto Nazi-Soviético. Em Setembro, os soviéticos derrotaram os japoneses que tinham invadido, em Maio, a Mongólia Exterior. Subsequentemente, dos contatos japoneses e alemães com o governo tibetano nada se veio a materializar. [Para mais pormenores, veja: O Envolvimento Russo e Japonês com o Tibete Pré-Comunista: O papel da Lenda de Shambala.] Vários escritores sobre o oculto do pós-guerra afirmaram que o budismo e a lenda de Shambhala desempenharam um papel no contato oficial entre a Alemanha e o Tibete.Vamos examinar essa questão.

Os Mitos de Thule e Vril

Thule

O primeiro elemento das crenças ocultistas nazis era o reino mítico de Hiperbórea-Thule. Assim como Platão citou a lenda egípcia da ilha afundada de Atlântida, Heródoto mencionou a lenda egípcia do continente Hiperbórea no norte distante.Quando o gelo destruiu esta terra antiga, o seu povo emigrou para o sul. Escrevendo em 1679, o autor sueco Olaf Rudbeck identificou o povo da Atlântida com os hiperboreanos e situou este último no pólo norte. De acordo com várias narrativas, a Hiperbórea dividiu-se nas ilhas de Thule e Ultima Thule, que algumas pessoas identificaram com a Islândia e a Gronelândia.

O segundo ingrediente era a ideia de uma terra oca. No fim do século XVII, o astrónomo britânico Sir Edmund Halley sugeriu pela primeira vez que a terra era oca, consistindo em quatro esferas concêntricas. A teoria da terra oca excitou as imaginações de muitas pessoas, especialmente com a publicação, em 1864, da Viagem ao Centro da Terra do novelista francês Júlio Verne.

Depressa o conceito de vril apareceu. Em 1871, o novelista britânico Edward Bulwer-Lytton, em A Raça Futura, descreveu uma raça superior, os Vril-ya, que viviam debaixo da terra e planeavam conquistar o mundo com vril, uma energia psicocinética. O autor francês Louis Jacolliot promoveu o mito em Os Filhos de Deus (1873) e em As Tradições Indo-Europeias (1876). Nestes livros, ele ligou o vril com o povo subterrâneo de Thule, que irá aproveitar o poder de vril para se transformar em super-homens e dominar o mundo. O filósofo alemão Friedrich Nietzsche (1844-1900) também enfatizou o conceito de Übermensch (super-homem) e começou o seu trabalho, Der Antichrist (O Anticristo) (1888) com a frase, “Olhemos-nos face a face. Somos hiperbóreos. Sabemos bastante bem que estamos vivendo fora dessa trilha”. Embora Nietzsche nunca mencionasse o vril, contudo, na sua coleção de aforismos publicada postumamente, Der Wille zur Macht (A Vontade de Poder), ele enfatizou o papel de uma força interior no desenvolvimento super-humano.

Ele escreveu que “o rebanho”, significando as pessoas comuns, busca segurança dentro de si mediante a criação da moral e de regras, enquanto que os super-homens têm uma força vital interior que os leva além do rebanho. Essa força necessita e leva-os a mentir ao rebanho por forma a permanecerem independentes e livres da “mentalidade do rebanho”. Em The Arctic Home of the Vedas (1903), um dos primeiros defensores da liberdade indiana, Bal Gangadhar Tilak, deu mais um toque ao identificar a emigração dos Thuleanos para o sul com a origem da raça ariana. Assim, muitos alemães no início do século XX acreditavam que eram os descendentes dos arianos que tinham emigrado da Hiperbórea-Thule para o sul e que estavam destinados a se tornarem a raça mestra dos super-homens através do poder de vril.

Hitler era um deles. A Sociedade de Thule e a Fundação do Partido Nazi Felix Niedner, o tradutor alemão das Eddas em nórdico antigo, fundou a Sociedade de Thule em 1910. Em 1918, Rudolf Freiherr von Sebottendorff estabeleceu a sua filial em Munique. Sebottendorf tinha previamente vivido durante vários anos em Istambul onde, em 1910, tinha formado uma sociedade secreta que combinava o sufismo esotérico com a Maçonaria Livre. Acreditavam no credo dos assassinos, derivado da seita islâmica ismaelita Nazari, que tinha florescido durante as Cruzadas. Durante a sua estadia em Istambul, Sebottendorf também esteve indubitavelmente ligado ao movimento pan-Turaniano dos Jovens Turcos, iniciado em 1908, que esteve por trás do genocídio armênio de 1915-1916. A Turquia e a Alemanha eram aliadas durante a Primeira Guerra Mundial.

De regresso à Alemanha, Sebottendorff também foi membro da Ordem Germânica [Germanen] (Ordem dos Teutões), fundada em 1912, como uma sociedade de direita, incluindo um secreto grupo anti-semítico. Através destes canais, o assassinato, o genocídio e o anti-semitismo tornaram-se partes do credo da Sociedade de Thule. O anti-comunismo foi adicionado após a revolução comunista Bavariana, mais tarde em 1918, quando a Sociedade Thule de Munique tornou-se o centro do movimento contra-revolucionário. Em 1919, a sociedade criou o Partido Alemão dos Trabalhadores. Começando mais tarde, nesse ano, Dietrich Eckart, um membro do círculo mais restrito da Sociedade de Thule, iniciou Hitler na sociedade e começou a treiná-lo nos seus métodos para utilizar o poder de vril para a criação de uma raça ariana de super-homens.

Hitler teve uma inclinação para o misticismo desde a sua juventude, quando estudou o Oculto e a Teosofia em Viena. Mais tarde, Hilter dedicou o Mein Kampf a Eckart. Em 1920, Hitler tornou-se líder do Partido Alemão dos Trabalhadores, renomeando-o então para Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães (Partido Nazista). Haushofer, a Sociedade Vril e a Geopolítica Outra influência principal no pensamento de Hitler foi Karl Haushofer (1869-1946), um conselheiro militar alemão junto dos japoneses após a Guerra Russo-Japonesa de 1904-1905. Porque estava extremamente impressionado com a cultura japonesa, muitos acreditam que ele foi responsável pela posterior aliança Alemã-Japonesa. Ele também estava muito interessado na cultura indiana e tibetana, aprendeu sânscrito, e afirmava que tinha visitado o Tibete.

Após ter servido como general na Primeira Guerra Mundial, Haushofer fundou a Sociedade Vril, em Berlim, em 1918. Partilhava as mesmas crenças básicas que a Sociedade de Thule, e dizem que era o seu círculo mais restrito. A Sociedade procurou contatar seres sobrenaturais debaixo da terra para deles obter os poderes de vril. Afirmou também que a raça ariana tinha tido origem na Ásia central. Haushofer desenvolveu a doutrina da Geopolítica e, nos finais da década de 1920, tornou-se diretor do Instituto de Geopolítica da Universidade Ludwig-Maximilians, em Munique.

A geopolítica advogava a conquista de territórios, para obter mais espaço vital (Alemão: Lebensraum), como um instrumento de obtenção de poder. Rudolf Hess era um dos estudantes mais próximos de Haushofer e, em 1923, levou-o junto a Hitler quando este estava preso devido ao seu golpe de estado falhado. Posteriormente, Haushofer visitou o futuro Führer com frequência, ensinando-lhe geopolítica em associação com as idéias das sociedades de Thule e Vril. Assim, quando Hitler se tornou chanceler em 1933, adotou a geopolítica como sua política a fim de a raça ariana conquistar a Europa Oriental, a Rússia e a Ásia central. A chave para o sucesso seria encontrar os antepassados da raça ariana na Ásia central, os protetores dos segredos de vril.

A Suástica

swastika

A suástica é um antigo símbolo indiano de boa sorte imutável. “Suástica” é um aportuguesamento da palavra sânscrita svastika, que significa o bem-estar ou a boa sorte. Usada por hindus, budistas e jainistas durante milhares de anos, também se tornou difundida no Tibete. A suástica também apareceu na maioria das outras culturas antigas do mundo. Por exemplo, a sua variação anti-horário [no sentido contrário à direção em que os ponteiros do relógio se movem], adotada pelos nazis, também é a letra “G” no sistema de escrita rúnico medieval, do norte da Europa.

Os Mações Livres tomaram a letra como um símbolo importante, dado que “G” poderia representar God [Deus], o Grande arquiteto do universo, ou a Geometria. A suástica também é o símbolo tradicional de Thor, o Deus nórdico dos Relâmpagos e do Poder (Thor em escandinavo, Donner em alemão, Perkunas em Báltico). Por causa desta associação com o Deus dos Relâmpagos, os letões e os finlandeses tomaram a suástica como insígnia para suas forças aéreas, quando se tornaram independentes depois da Primeira Guerra Mundial. Nos finais do século XIX, Guido von List adotou a suástica como emblema para o movimento Neo-Pagão da Alemanha.

No entanto, os alemães não usaram a palavra sânscrita suástica, mas em vez disso chamaram-na “Hakenkreutz”, significando “cruz enganchada”. Derrotaria e substituiria a cruz, assim como o neo-paganismo derrotaria e substituiria o cristianismo. Compartilhando o sentimento anti-cristão do movimento neo-pagão, a Sociedade de Thule também adotou a cruz enganchada como parte do seu emblema, colocando-o num círculo com um punhal alemão vertical nele sobreposto.

Em 1920, por sugestão do Dr. Friedrich Krohn, da Sociedade de Thule, Hitler adotou a cruz enganchada num círculo branco como símbolo central da bandeira do Partido Nazista. Hitler escolheu o vermelho para cor de fundo a fim de competir contra a bandeira vermelha do Partido Comunista rival.

Os investigadores franceses Louis Pauwels e Jacques Bergier, em Le Matin des Magiciens (O Despertar dos Mágicos) (1962), escreveram que Haushofer convenceu Hitler a usar a cruz enganchada como símbolo do Partido Nazista. Eles postularam que isso foi devido ao interesse de Haushofer pela cultura indiana e tibetana. Esta conclusão é muitíssimo improvável, dado que Haushofer só conheceu Hitler em 1923, e uma vez que a bandeira nazi apareceu pela primeira vez em 1920.

É mais provável que Haushofer tivesse usado a presença da suástica, difundida na India e no Tibete, como evidência para convencer Hitler de que esta região era o local dos antepassados da raça ariana. Supressão dos Grupos Ocultistas Rivais pelos Nazis Durante a primeira metade da década de 1920, uma rivalidade violenta ocorreu, na Alemanha, entre as Sociedades Ocultas e as Lojas Secretas. Anos mais tarde, Hitler continuou a perseguição aos Antroposofistas, aos Teosofistas, aos Mações Livres e aos Rosacruzes. Vários eruditos atribuem esta política ao desejo de Hitler eliminar quaiquer rivais ocultistas ao seu poder.

Influenciado pela escrita de Nietszche e pela doutrina da Sociedade de Thule, Hitler acreditava que o cristianismo era uma religião imperfeita e pervertida nas suas raizes pelo pensamento judaico. Via os seus ensinamentos sobre o perdão, o triunfo dos fracos, e a auto-abnegação como anti-evolucionários e via-se a si próprio como um Messias, substituindo Deus e Cristo. Steiner tinha usado a imagem do Anticristo e de Lúcifer como futuros líderes espirituais que iriam regenerar o cristianismo numa nova e pura forma. Hitler foi muito mais longe. Viu-se a si próprio como livrando o mundo de um sistema degenerado e criando uma nova etapa na evolução da raça mestra ariana. Não tolerava nenhum Anticristo rival, nem agora nem no futuro. No entanto, era tolerante quanto ao budismo.

O Budismo na Alemanha Nazista

Tibetexpedition, Empfang für Würdenträger

Em 1924, em Frohnau, Berlim, Paul Dahlke fundou a Buddhistischen Haus (Casa para Budistas). Estava aberta a membros de todas as tradições budistas, mas apoiava principalmente as tradições Theravada e japonesa, visto que eram naquela época as mais amplamente conhecidas no ocidente. Em 1933, alí se realizou o primeiro Congresso Budista Europeu. Os nazis permitiram que a Casa para Budistas permanecesse aberta durante a guerra, mas controlavam-na firmemente. Como alguns membros sabiam chinês e japonês, agiam como tradutores para o governo em troca da tolerância ao budismo.

Embora o regime nazi tivesse fechado a Buddhistische Gemeinde (Sociedade Budista) em Berlim, ativa desde 1936, e prendido por pouco tempo, em 1941, o seu fundador Martin Steinke, por regra não perseguiam os budistas. Depois de ser libertado, Steinke e outros continuaram a ensinar o budismo em Berlim. Não há nenhuma prova, no entanto, de qualquer presença de professores de budismo tibetano no terceiro Reich. A política nazi de tolerância ao budismo não prova qualquer influência de ensinamentos budistas a Hitler ou à ideologia nazi. Uma explanação mais provável seria a Alemanha não pretender prejudicar as relações com o seu aliado budista, o Japão.

O Ahnenerbe

Ahnenerbe

Sob a influência de Haushofer, Hitler autorizou Frederick Hielscher, em 1935, a estabelecer o Ahnenerbe (Departamento para o Estudo da Herança Ancestral) com o coronel Wolfram von Sievers como diretor. Entre outras funções, Hitler encarregou-o de pesquisar runas germânicas e as origens da suástica, e situar a origem da raça ariana. Tibete era o candidato mais prometedor. Alexander Csoma de Körös (Körösi Csoma Sandor) (1784-1842) era um erudito húngaro obcecado pela busca das origens do povo húngaro.

Com base nas afinidades linguísticas entre o húngaro e as línguas turcomanas [ou túrquicas], achava que as origens do povo húngaro se encontravam no “reino de Yugurs (Uighurs)”, no Turquistão Oriental (Xinjiang, Sinkiang). Ele acreditava que se conseguisse chegar a Lhasa, lá iria encontrar as chaves para localizar a sua terra de origem.

O húngaro, o finlandês, as línguas turcomanas [ou túrquicas], o mongol e o manchu pertencem à família das línguas uralo-altaicas, também conhecidas como a família turaniana, da palavra persa Turan para Turquistão. A partir de 1909, os turcos tiveram um movimento pan-turaniano liderado por uma sociedade conhecida como os Jovens Turcos.

Em 1910, a Sociedade Turaniana Húngara depressa a seguiu e, em 1920, o mesmo aconteceu com a Aliança Turaniana da Hungria. Alguns eruditos acreditam que as línguas japonesa e coreana também pertencem à família turaniana. Assim, em 1921, a Aliança Nacional Turaniana foi fundada no Japão e, nos finais da década de 1930, a Sociedade Turaniana Japonesa. Haushofer estava sem dúvida ciente destes movimentos, que procuravam as origens da raça turaniana na Ásia central.

Encaixava bem com a Sociedade de Thule que tambem lá procurava as origens da raça ariana. O seu interesse pela cultura tibetana deu um peso adicional à candidatura do Tibete como chave para a descoberta de uma origem comum para as raças arianas e turanianas e para a obtenção do poder de vril que os seus líderes espirituais possuíam.

Haushofer não era a única influência no interesse de Ahnenerbe pelo Tibete. Hielscher era amigo de Sven Hedin, o explorador sueco que tinha conduzido expedições ao Tibete em 1893, em 1899-1902 e em 1905-1908, e uma expedição à Mongólia em 1927-1930. Favorito dos nazis, Hitler convidou-o a pronunciar o discurso de abertura dos Jogos Olímpicos de Berlim, em 1936. Hedin envolveu-se na Suécia em atividades de propaganda pró-nazi e fez numerosas missões diplomáticas à Alemanha entre 1939 e 1943.

Em 1937, Himmler transformou o Ahnenerbe numa organização oficial associada às SS (Alemão: Schutzstaffel, Equipa de Proteção) e selecionou o professor Walther Wüst, presidente do Departamento de Sânscrito da Universidade de Ludwig-Maximilians, em Munique, como seu novo diretor. O Ahnenerbe teve um Tibet Institut (Instituto do Tibete), que foi renomeado de Sven Hedin Institut für Innerasien und Expeditionen (Instituto de Sven Hedin para Ásia Interior e Expedições) em 1943. A Expedição Nazi ao Tibete Ernst Schäfer, um caçador e biólogo alemão, participou em duas expedições ao Tibete, em 1931-1932 e 1934-1936, para esporte e pesquisa zoológica. O Ahnenerbe patrocinou-o para liderar uma terceira expedição (1938-1939) face ao convite oficial do governo tibetano. A visita coincidiu com a renovação do contato tibetano com o Japão.

Uma possível explicação para o convite seria a de que o governo tibetano desejaria manter relações cordiais com os japoneses e seus aliados alemães, como contrapeso aos ingleses e os chineses. Assim, o governo tibetano deu as boas-vindas à expedição alemã por ocasião da celebração do ano novo (Losar), 1939, em Lhasa.

Em Fest der weissen Schleier: Eine Forscherfahrt durch Tibet nach Lhasa, der heiligen Stadt des Gottkönigtums (Festival dos Cachecóis Brancos de Gaze: Uma Expedição de Investigação através do Tibete a Lhasa, a Cidade Santa da Terro do Rei-Deus) (1950), Ernst Schäfer descreveu as suas experiências sobre a expedição. Durante as festividades, relatou ele, o Oráculo de Nechung avisou que, embora os alemães tivessem trazido presentes e palavras doces, o Tibete deveria ter cuidado: o líder da Alemanha é como um dragão. Tsarong, o anterior líder pró-japonês das forças armadas tibetanas, tentou suavizar a predição.

Disse que o Regente tinha ouvido muito mais do Oráculo, mas que ele próprio não estava autorizado a divulgar os detalhes. O Regente reza diariamente para que não haja guerra entre os ingleses e os alemães, dado que isto também viria a ter consequências terríveis para o Tibete. Ambos os países devem compreender que todas as boas pessoas devem rezar o mesmo. Durante o resto da sua estada em Lhasa, Schäfer reuniu-se frequentemente com o Regente e teve com ele um bom relacionamento. Os alemães estavam extremamente interessados em estabelecer relações amigáveis com o Tibete. A sua agenda, no entanto, era ligeiramente diferente da dos tibetanos. Um dos membros da expedição de Schäfer era o antropólogo Bruno Beger, que era responsável pela pesquisa racial.

Tendo trabalhado com H.F.K. Günther em Die nordische Rasse bei den Indogermanen Asiens (A Raça Nórdica entre os Indo-Alemães da Ásia), Beger apoiou a teoria de Günther de uma “raça setentrional” na Ásia central e no Tibete.

Em 1937, ele tinha proposto um projeto de pesquisa para o Tibete Oriental e, com a expedição de Schäfer, tinha planeado investigar cientificamente as características raciais dos povos tibetanos. Enquanto no Tibete e em Sikkim, no caminho, Beger mediu os crânios de trezentos tibetanos e sikkimeses e examinou algumas das suas outras características físicas e marcas corporais. Concluiu que os tibetanos ocupavam uma posição intermediária entre as raças mongóis e europeias, com o elemento racial europeu mais pronunciadamente marcado entre a aristocracia.

De acordo com Richard Greve, “Tibetforschung in SS-Ahnenerbe (Pesquisa Tibetana na SS-Ahnenerbe)” publicada em T. Hauschild (ed.) “Lebenslust und Fremdenfurcht” – Ethnologie im Dritten Reich (“Paixão pela Vida e Xenofobia” – Etnologia no Terceiro Reich) (1995), Beger recomendou que os tibetanos poderiam desempenhar um papel importante depois da vitória final do Terceiro Reich. Poderiam servir como uma raça aliada numa confederação pan-mongol sob o auspício da Alemanha e do Japão. Embora Beger tivesse também recomendado estudos adicionais para medir todos os tibetanos, no entanto não foram empreendidas quaisquer outras expedições ao Tibete.

Supostas Expedições Ocultistas ao Tibete

Diversos estudos do pós-guerra sobre o nazismo e o ocultismo, tal como The Spear of Destiny (A Lança do Destino) (1973), por Trevor Ravenscroft, afirmaram que, sob a influência de Haushofer e da Sociedade de Thule, a Alemanha enviou expedições anuais ao Tibete, de 1926 a 1943. A sua missão era, em primeiro lugar, encontrar e depois manter contato com os antepassados arianos em Shambhala e em Agharti, cidades subterrâneas escondidas debaixo dos Himalaias. Lá, os mestres eram os protetores de poderes ocultos secretos, especialmente de vril, e as missões procuravam a sua ajuda na utilização desses poderes para a criação de uma raça mestra ariana.

De acordo com estes relatos, Shambhala recusou dar qualquer ajuda, mas Agharti concordou. Subsequentemente, a partir de 1929, grupos de tibetanos foram supostamente à Alemanha e estabeleceram lojas conhecidas como Sociedade de Homens Verdes. Em relação à Sociedade do Dragão Verde, no Japão, por intermédio de Haushofer, ela supostamente ajudou a causa nazi com os seus poderes ocultos. Himmler foi atraído a esses grupos de mestres Tibetanos-Agharti e, supostamente pelas suas influências, estabeleceu o Ahnenerbe em 1935.

Com exceção do fato de que Himmler não estabeleceu o Ahnenerbe, mas, em vez disso, incorporou-o nas SS em 1937, o relato de Ravenscroft contém outras afirmações dúbias. A principal é o suposto suporte de Agharti pela causa nazi. Em 1922, o cientista polaco Ferdinand Ossendowski publicou Bestas, Homens e Deuses, descrevendo as suas viagens através da Mongólia. Nele, relatou ter ouvido falar do reino subterrâneo de Agharti sob o deserto Gobi. No futuro, os seus poderosos habitantes viriam à superfície salvar o mundo do desastre. A tradução alemã do livro de Ossendowski Tiere, Menschen und Götter apareceu em 1923 e tornou-se muito popular.

Sven Hedin contudo publicou, em 1925, Ossendowski und die Wahrheit (Ossendowski e a Verdade), através do qual denunciou as afirmações do cientista polaco. Chamou a atenção de Ossendowski ter recolhido a ideia sobre Agharti da novela de Saint-Yves d’Alveidre, escrita em 1886, intitulada Mission de l’Inde en Europe (Missião da India na Europa) para tornar a sua história mais atraente para o público alemão. Dado que Hedin tinha uma forte influência no Ahnenerbe, é improvável que este departamento tivesse enviado uma expedição especificamente para encontrar Shambhala e Agharti e, subsequentemente, tivesse recebido auxílio do último.

Fonte: http://www.berzinarchives.com/web/pt/archives/advanced/kalachakra/shambhala/nazi_connection_shambhala_tibet.html

Sol Negro

Muitos de nós não tem a consciência do que realmente é o nosso planeta, o que a ciência nos ensina nas escolas e o que a astronomia explica nos dias atuais não é a mesma que as antigas civilizações praticavam, essas embora mais antigas, estão muito longe de serem “ultrapassadas e arcaicas”.

Por exemplo, vemos uma estrela como Alfa Centauro, que está a 2 anos-luz de distância, e que ela orbita isso e aqui, e que tem uma atmosfera disso e daquilo, o que nós não pensamos é sobre os organismos que habitam essa estrela e a energia que eles emitem, a grande verdade é que todos os planetas possuem vida, a superfície de um planeta não é o melhor lugar para se viver quando se atinge um certo nível de conhecimento.

Nosso planeta está viajando pelo espaço, como um navio em um oceano, ondas vem e vão continuamente, um oceano de energias inimagináveis e incrivelmente poderosas, só precisamos olhar para o passado para entender nosso futuro, eu lhe pergunto, quantas pirâmides existem no fundo dos oceanos? Milhares! Qual tipo de geometria e matemática foi usada na construção da Grande Pirâmide de Gizá? Quais constelações se alinham com ela?

Isso tudo está relacionado com ENERGIA!

Vejamos de uma forma mais fácil de ser entendida, quando você entra em uma sala cheia de pessoas, olhando para essas pessoas você “saberá” que tipo de energias essas pessoas terão, é o conhecido “não fui com a sua cara”, ou então uma antiga namorada, o que lhe atraiu nela ao primeiro momento? A energia dessas pessoas, de sua namorada, interagiu com a sua própria energia de forma negativa ou positiva, quando você evolui, expande sua consciência, sua energia se expande igualmente.

Você é um ser feito de ENERGIA, quando as glândulas de nosso corpo são estimuladas, nossa energia responderá a esses estímulos.

Nossas glândulas e consequentemente, nossa energia, está ligada diretamente a certos corpos astrofísicos e cósmicos, certos pontos no espaço vem ao longo de um espectro cíclico que se repete continuamente, como um relógio que nunca para.

Esse não é um conhecimento “nova era”, é um conhecimento que existe a milhares de anos e que quando tenta vir á tona, é logo transformado em desinformação e toma contornos “esotéricos e místicos” totalmente desnecessários e dogmáticos.

Esse é um conhecimento de extrema importância, conhecer esses pontos do universo, porque existem “forças” que usam essas energias contra a humanidade, contra o desenvolvimento humano, e isso é apenas conhecido por uma pequena parcela dos seres humanos desse lado do planeta.

Se mais pessoas tivessem esse conhecimento, a matriz da Terra poderia ser alimentada e fortalecida e consequentemente, todos os seres vivos do planeta, novas habilidades seriam desenvolvidas e uma nova expansão da consciência provocaria mudanças positivas em todo o planeta.

Existe um interesse para esse conhecimento continue encoberto e não divulgado, “lavagem cerebral” e “mensagens subliminares” são usadas como táticas eficientes, pois os interesses atrás desse acobertamento conhece muito bem o poder da mente, como ela funciona, e eles a usam e a manipulam habilidosamente contra você.

Quando você cameça a ver o quadro total, quando as peças do quebra-cabeças começa a tomar contornos e ficar mais claro, você se torna um alvo, você deve usar esse conhecimento adquirido para se proteger, você entrará no que eu costumo chamar de “O Caminho do Guerreiro”, e você estará no meio de uma guerra de um nível muito diferente do que conhecemos.

Essa é uma guerra que está sendo travada a milhões de anos.

A supressão não serve a verdade, a escuridão não serve a luz, o medo não serve a coragem.

Guerras futuras continuarão na sua MENTE, CORPO e ESPIRÍTO.

Sua soberania é a LIBERDADE, LIBERTE SUA MENTE!