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Obra clássica do escritor e filósofo canadense autor de mais de 150 livros e ensaios sobre ocultismo e temas relacionados, versão em espanhol.

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Com a mudança de era, conceitos que nem são tão novos assim começam a ter mais destaque em nosso dia a dia ,e alguns, de forma muito superficial e sem muito conhecimento são divulgados de forma “popular e folclórica” criando muita confusão e entendimentos completamente sem cabimento.

É normal ver uma quantidade de informação referente a símbolos antigos  , esoterismo , misticismo e conceitos originários de escolas de conhecimento antigo e ocultismo.

Quem já esta familiarizado  com conceitos esotéricos e conhece seu significado consegue distinguir o conhecimento que se apresenta, sua simbologia, seus significados que apenas dizem respeito ao interior humano e seus muitos mistérios .

O grande problema se da quando  a maioria das pessoas  apenas observa o obvio, aquilo que se coloca a sua frente ,e não está “ treinado “ para observar o significado de toda essa simbologia ou textos que ao primeiro momento parecem conter uma enigmática incógnita, recheada de  segredos incompreensíveis.

Não terei a pretensão de explicar os detalhes de simbologias e mesmo esoterismo, o que seria até impossível nessa pequena matéria, não existe nenhuma possibilidade de explicar apenas em um simples texto de poucas palavras a profundidade do conhecimento esotérico e filosófico que acompanha a humanidade a milênios, mas tentarei desmistificar na medida do possível alguns pontos, os quais considero de importância para um entendimento  mais claro e menos supersticioso, que pode ser compreendido por qualquer pessoa, independente de religião ou credo.

É de extrema importância para se entender a função de muitos simbolismos que vemos hoje em dia que se tenha algum conhecimento de história antiga, civilizações antigas, sua cultura, costumes e tradições.Civilizações como os egípcios, Maias e Astecas,Celtas e Nórdicos, culturas indígenas americanas, australianas e asiáticas e é claro os antigos chineses e hindus.

Depois de termos adquirido algum conhecimento sobre todas essas civilizações perceberemos que embora algumas delas nunca terem se relacionado, pelo menos até onde a história é conhecida, é notado que de alguma forma elas estavam interligadas, que em tempos remotos havia uma espécie de conceito universal que se expandiu através de todo o planeta, e que  esse conceito, embora tivesse muitos nomes diferentes variando de civilização para civilização ou mesmo de tempos em tempos continuava o mesmo, como poderiam esses conhecimentos serem transmitidos através do mundo e do tempo entre várias civilizações que tinham cada qual sua linguagem distinta, escrita própria e em alguns casos nem sequer escrita tinham ?

A  resposta para isso é SIMBOLOGIA, da mesma forma que hoje temos sinalizações que identificamos de imediato, como os sinais de trânsito, entre outros, também na antiguidade se usavam símbolos para transmitir uma mensagem, um sinal e até mesmo um conhecimento.

Provavelmente a grande maioria dos símbolos que vemos nos dias de hoje tiveram suas origens oriundas dos antigos Celtas, onde os conhecimentos de sua cultura não eram transmitidos de forma escrita, pois eles acreditavam que o conhecimento é uma “faca de dois gumes” quando usada indevidamente poderia ser corrompida, isso na melhor das  hipóteses.

Outra cultura que teve nos símbolos uma importante forma de comunicação e transmissão de conhecimentos foi sem dúvida os egípcios, com uma vasta simbologia de profundo conhecimento sobre o universo, o homem e a natureza.

Natureza, talvez esse ponto principal que concentra provavelmente a maior parte de símbolos que vemos e não temos a capacidade de reconhecer e compreender seu significado de imediato, é inegável que os símbolos causam um impacto em nosso sub-consciente,  mas por que ?

Chegamos agora em ponto muito interessante, é onde iremos compreender a real função dos símbolos e como eles exercem uma comunicação com nosso inconsciente, além é claro, de ser uma forma de  transmissão de pensamento que não esta sujeita a ser corrompida pelas divergências culturais e linguísticas que são diferentes entre os povos.

Os antigos , acreditando que a única forma de viver harmoniosamente com o mundo  e entre si era conhecer a principio o seu próprio “eu”,não seria possível entender o ambiente que um ser vive sem compreender o próprio ser antes de  tudo,então desde muito cedo essas civilizações entenderam que cada ser humano é um ser complexo que não era apenas constituído de matéria, embora compreenderam que a própria matéria, o corpo físico era formado de hierarquias que juntas formavam o corpo humano, e assim , seguindo esse raciocínio lógico chegaram ao ponto de detectar que embora todos os homens fossem fisicamente e estruturalmente iguais, existiam diferenças entre eles, pensamentos diferentes, vícios, comportamentos variáveis que não seguiam um padrão assim como a hierarquia física.

Descobriram que o ser humano era também constituído de uma hierarquia “invisível” , que assim como o corpo físico, ela também possuía “ órgãos vitais “ , hoje conseguimos identificar o mais importante desse “ órgão “ , nós o chamamos de EGO.

Para ilustrar de forma mais fácil de ser entendida, vamos colocar da seguinte forma :

Você e seu ego são duas pessoas completamente diferentes, imagine você como a pessoa consciente, que você conhece bem, que faz suas tarefas do dia a dia, vai  trabalhar, dorme, etc.

Agora pense no ego como sendo uma outra pessoa, que tem necessidades diferentes, que pensa completamente diferente de você, e que por assim ser, tem um comportamento e uma vida que de forma alguma tem qualquer semelhança com o você  “você”.

Partindo desse principio, a linguagem que nos comunicamos com outras pessoas , não é entendida da mesma forma pelo EGO, para que possamos entrar em contato com nosso EGO é preciso acima de  tudo conhecer e saber diferenciar o que em nós é o nosso “eu” real e o que é o EGO.

A linguagem dos símbolos como vimos, é usada tanto para uma transmissão de conhecimentos  e também para criar um veículo de comunicação com o EGO, alguns símbolos, quando apenas observados pelo nosso “eu” terá um entendimento diferente da observação do EGO, obviamente que isso irá criar , quando visto pelo “eu”  , uma informação completamente deformada de seu real propósito e entendimento quando direcionada ao EGO e vice-versa.

Um exemplo clássico disso é a famosa e “sinistra” figura do Baphomet ou Bode de Mendes.

Definida originalmente, até onde se sabe, pelo ocultista Eliphas Levi, o Baphomet a vários anos vem assombrando o imaginário das pessoas pelo mundo, por que simplesmente é vista com os olhos do EGO.

Na verdade essa figura é muito interessante, riquíssima em símbolos,  que por incrível que pareça não representa o “ senhor das trevas “ , pelo menos não o senhor das trevas imaginário que mitologicamente foi criado para ser o “ antideus  judaico-cristão“ , o Baphomet representa o interior humano ( agora confundiu tudo não é ? mas calma…chegaremos lá… ).

Ele é a representação de ninguém menos do que … o EGO, isso mesmo, ele representa o que existe dentro de nós, cada simbolo presente nessa sinistra figura representa um aspecto do ser humano que necessita ser melhorado e lapidado.

Não entrarei em detalhes do significado de cada um dos símbolos  que se apresentam na figura do Baphomet, pelo menos não nessa matéria a qual serve apenas como um pequeno esboço da grandiosidade e profundo significado da vasta simbologia que faz parte do antigo conceito do “ conhecer  o ser antes do ambiente “ que nada mais é do que uma simples definição de CONHECIMENTO ESOTÉRICO, entender o que está dentro para poder entender o que está fora.

Escolas de conhecimento antigo usam os símbolos para “despertar” a consciência do ego, trazendo o conhecimento de sua existência para que seja analisada pelo “eu” e assim poder “educá-lo “ colocando barreiras nele e se autodisciplinando, até que, finalmente se consiga mudar a aparência sinistra e sombria que existe dentro de nós, o Baphomet interior, que precisa ser melhorado e consequentemente se tornar apenas e unicamente o  “eu” consciente, que estará enfim pronto para conhecer o ambiente a que pertence.

Espero que essa simples explicação consiga passar um pouco do vasto conhecimento sobre a gigantesca simbologia que existe desde tempos muito antigos, que embora não seja de conhecimento fácil a principio merece ser estudada com paixão, pois apenas diz  respeito a aspectos de grande interesse para nossa melhoria  como seres humanos, que irá refletir em nossa conduta ética, moral, perante a nossa sociedade que anda tão empobrecida e fatalmente doente, devido a falta do mais básico e primordial conhecimento, o de nós mesmos.

Autor : Kyoshi  Taka

Antes de explicar sobre a construção e disposição dos círculos propriamente ditos, vamos começar sobre as chamadas “Linhas de Ley”. Apesar de conhecidas pelos chineses e hindus (e, por que não dizer, atlantes e lemurianos) por milênios, o primeiro ocidental a estudar e teorizar as linhas energéticas que passam pela superfície do planeta foi o matemático Pitágoras, aproximadamente em 500 AC, mas estas linhas só foram mesmo popularizadas em 1921, por Alfred Watkins. Desnecessário dizer que sua teoria foi ridicularizada e desprezada pelas otoridades.
As linhas de Ley, como vocês perceberão, é uma teoria que explica muito bem a imensa quantidade de eventos “inexplicáveis” ao redor do mundo, incluindo o Triângulo das Bermudas, Pirâmides, Áreas mortas, aparições de OVNIs e outras regiões de fenômenos magnéticos estranhos.

A mais antiga evidência a respeito de pesquisadores das linhas de Ley encontra-se no Ashmolean Museum of Oxford, que tive o prazer de visitar pessoalmente em 1989. Nele estão expostas um conjunto de 5 pedras mais ou menos do tamanho de um punho, esculpidas em 1400 AC, que representam precisamente os sólidos de Platão descritos no Timeus (que só seriam estudados oficialmente mil anos depois, na Grécia segundo as otoridades). Apesar destas estruturas serem extremamente delicadas e precisas, oficialmente, estas pedras são consideradas “projéteis de algum tipo não definido de boleadeira”.

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No Brittish Museum também estão em exposição esferas de metal (de ouro e bronze) vietnamitas com respectivamente 20 e 12 pontos, que se encaixam e rolam umas sobre as outras, marcando uma combinação de 62 pontos e 15 círculos. Estas esferas possuem cerca de 2.500 anos de idade. Apesar destas esferas servirem como objeto de estudo dos sólidos de Platão e da combinação de pontos dentro de uma superfície esférica, oficialmente elas são “objetos de uso religioso não especificado”.

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Templários Stonehenge Ocultismo Maçonaria Linhas de Ley Espiritismo Astrologia  Linhas de LeyCombinando os dois principais sólidos de Platão, temos uma grade composta de 120 triângulos como a figura ao lado. Esta esfera metálica vazada foi encontrada por arqueólogos em ruínas na cidade de Knossos (durante a Idade Média, diversas imagens como esta apareciam em textos de alquimia e ela era chamada de “Esfera Celestial” por eles). Sua função era ser deixada ao sol para estudos da projeção das sombras sobre a esfera central. Com isto, os gregos (e egípcios e posteriormente os pitagóricos, alquimistas e templários) conseguiram medidas precisas de distâncias no planeta, que só foram igualadas em precisão neste século, com os mapeamentos por satélite. Oficialmente, este é uma “esfera ornamental, de função desconhecida”.

Mas vamos direto para as Linhas de Ley. Como todos nós sabemos, os sólidos de Platão são 5 (tetraedro, cubo, octaedro, dodecaedro e icosaedro). Pense nos dados de RPG. Porque apenas cinco? A resposta está nos cinco elementos do pentagrama usado na magia. Estes elementos estão também relacionados com sólidos geométricos, além das cores e símbolos tradicionais. Então temos: Fogo = tetraedro, Terra = cubo, Ar = octaedro, Água = Icosaedro e Espírito ou Prana = Dodecaedro. As Escolas Pitagóricas reuniram todos os sólidos dentro de uma única esfera e o resultado foi um mapa de linhas formado por 120 grandes círculos e 4.862 pontos. Como na figura abaixo.

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Os estudos de Platão ecoam os ensinamentos de Pitágoras a respeito da projeção do infinito sobre o finito e servem para demarcar os pontos energéticos de maior intensidade na superfície do planeta, da mesma maneira que as linhas energéticas marcam os pontos principais da acupuntura em um corpo humano. Repetindo: “As above, so Below” (Tudo o que está em cima é igual ao que está embaixo).

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Eminentes cientistas, como Sir Joseph Norman Lockyer, estudaram a superfície do planeta e sobrepuseram as chamadas Linhas de Ley com grandes monumentos do passado, como as Pirâmides, os principais círculos de pedra e outros eventos “inexplicáveis” e chegaram a “coincidências” absurdas. Cidades como o Cairo, com 6.000 anos de idade, foram projetadas (sim, você leu direito: projetadas) de maneira harmoniosa com as linhas energéticas do planeta. Londres, Paris, Berlin, Moscou, Washington, Brasília (ok, Washington e Brasília são cidades novas, mas seus projetistas sabiam o que estavam fazendo – olhe direito a planta de Brasília… aquilo é mesmo um avião ou poderia ser um compasso?).
Graças a este conhecimento oculto, mapas medievais até hoje inexplicados mostram a América, Austrália e Antártida com formas quase perfeitas, condizentes com descobertas feitas séculos depois. Exemplos são o Mapa de Piri Ibn Haji (copiado de um mapa que estava na Biblioteca de Alexandria, com a descrição da América) e o mapa de Calopodio (1537, descrevendo a Antártida). Estes mapas eram mais precisos do que mapas feitos até a década de 60 ou 70.

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Com base nestas linhas, mapas da Atlântida e de Lemúria também puderam ser traçados muitos séculos antes que os cientistas sequer começassem a discutir “placas tectônicas”. O pesquisador e cientista Sir James Churchward publicou, em 1972, um trabalho intitulado “The Twelve Devil´s Graveyard around the world”, onde localizava os doze locais onde ocorriam o maior número de acidentes e desaparecimentos de barcos e aviões no planeta. Durante anos, ele compilou relatórios da marinha de vários países, chegando aos doze pontos críticos (entre eles, o famigerado Triângulo das Bermudas). Quando os estudiosos compararam estes pontos com o modelo esférico de Platão/Pitágoras, “coincidentemente” chegaram aos pontos principais do icosaedro projetado no Planeta (que “coincidentemente” é o elemento Água na geometria pitagórica).

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Cruzando outros pontos na grande esfera temos pirâmides ao redor do planeta (uma na Amazônia, inclusive… porque será que os americanos estão tão preocupados com a Amazônia agora? Vejam a briga que está no congresso, com esta proposta de lei para privatizar partes da floresta… que terrenos exatamente vão cair nas mãos de multinacionais americanas?), caminhos que as aves migratórias seguem, avistamentos de UFOs, locais sagrados, Catedrais, Círculos de Pedra e por ai vai. Escolha um local bizarro ou inexplicável do estilo “acredite se quiser” e coloque-o sobre o mapa-mundi. Ele estará sobre ou muito próximo de um ponto destes.

Se quisermos brincar um pouco mais, basta pegar cidades importantes do ponto de vista religioso ou político, como Kiev, Roma, Constantinopla, Jerusalém, Meca, Karthoum (cidade mais importante do antigo Sudão), Ile Ife (cidade mais importante para os antigos Yorubás) e as ruínas do Grande Zimbabwe e perceberemos que elas se encaixam em um padrão peculiar (os pontos que estão faltando são sítios arqueológicos que foram centros religiosos em um passado distante). Quem já está familiarizado com a Kabbalah vai achar no mínimo intrigante esta “coincidência”. Podem, inclusive reparar que Jerusalém está sobre a sephira Da´ath (ok, eu sei que a maioria não vai entender essa… )

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Na Europa não é diferente. Se conectarmos todas as linhas básicas descritas por Platão e Pitágoras, os cruzamentos principais destas linhas cairão em cidades importantes como Oxford, Rotterdan, Berlin, Chartres, Altamira, Barcelona, Frankfurt, Córdoba, Hamburgo, Lourdes, Roma, Atenas, Delfos e trocentas outras. Cidades que surgiram ao redor de oráculos, círculos de pedra (que foram substituídos por catedrais por causa da Igreja Católica e ai entra a importância dos pedreiros livres para a preservação desta geometria sagrada) ou monumentos antigos.
Agora… por que TODOS os oráculos gregos, círculos de pedra e pirâmides estão localizados sobre estes nodos? Que relação temos entre “comunicação com os deuses”, “centros religiosos”, “eventos bizarros” e as linhas de Ley? Coincidências? 4.862 coincidências então.

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E estas linhas e pontos podem ser divididos múltiplas vezes, em grades menores, até chegar a parcelas bem pequenas, suficientes para envolver quarteirões ou mesmo casas. Os chineses, gregos, egípcios e os antigos já conheciam a respeito destas linhas e chamam isso de Feng Shui/Geometria sagrada (mas esqueçam estas coisas estranhas que aparecem nas revistinhas de decoração hoje em dia, estou falando da ciência por trás do Feng Shui, algo que definitivamente não vai cair nas mãos das massas tão cedo).
Todo mundo conhece locais na sua cidade ou bairro onde não importa que tipo de negócio se abra, ele sempre quebra, lugares onde qualquer loja que se estabeleça será um sucesso, locais onde você se sente mal sem saber por que ou lugares onde você se sente bem sem explicação racional. O estudo sério destas linhas energéticas poderia trazer benefícios enormes para a humanidade, definindo locais melhores e mais adequados para se construir hospitais, escolas, presídios, estabelecer plantações, parques, áreas residenciais e assim por diante.

A moral é: Feng Shui tem fundamento científico? SIM. Ele funciona do jeito que as revistinhas e livros pregam? NÃO. Portanto, temos de dar um pouco de razão aos céticos que xingam essas coisas porque eles estão parcialmente certos: tem muita besteira e chute sem fundamento publicado por ai, infelizmente. Mas o estudo sério destas energias (digo, algo patrocinado por universidades e conduzido de maneira séria e laboratorial, envolvendo geólogos, físicos e pesquisadores) seria algo muito interessante.

Essa matéria foi extráida do site Teorias da Conspiração, mantido por Marcelo Del Debbio que contém vasto matérial sobre ocultismo e auto conhecimento, um dos melhores do gênero em lingua portuguesa.