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Antes de explicar sobre a construção e disposição dos círculos propriamente ditos, vamos começar sobre as chamadas “Linhas de Ley”. Apesar de conhecidas pelos chineses e hindus (e, por que não dizer, atlantes e lemurianos) por milênios, o primeiro ocidental a estudar e teorizar as linhas energéticas que passam pela superfície do planeta foi o matemático Pitágoras, aproximadamente em 500 AC, mas estas linhas só foram mesmo popularizadas em 1921, por Alfred Watkins. Desnecessário dizer que sua teoria foi ridicularizada e desprezada pelas otoridades.
As linhas de Ley, como vocês perceberão, é uma teoria que explica muito bem a imensa quantidade de eventos “inexplicáveis” ao redor do mundo, incluindo o Triângulo das Bermudas, Pirâmides, Áreas mortas, aparições de OVNIs e outras regiões de fenômenos magnéticos estranhos.

A mais antiga evidência a respeito de pesquisadores das linhas de Ley encontra-se no Ashmolean Museum of Oxford, que tive o prazer de visitar pessoalmente em 1989. Nele estão expostas um conjunto de 5 pedras mais ou menos do tamanho de um punho, esculpidas em 1400 AC, que representam precisamente os sólidos de Platão descritos no Timeus (que só seriam estudados oficialmente mil anos depois, na Grécia segundo as otoridades). Apesar destas estruturas serem extremamente delicadas e precisas, oficialmente, estas pedras são consideradas “projéteis de algum tipo não definido de boleadeira”.

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No Brittish Museum também estão em exposição esferas de metal (de ouro e bronze) vietnamitas com respectivamente 20 e 12 pontos, que se encaixam e rolam umas sobre as outras, marcando uma combinação de 62 pontos e 15 círculos. Estas esferas possuem cerca de 2.500 anos de idade. Apesar destas esferas servirem como objeto de estudo dos sólidos de Platão e da combinação de pontos dentro de uma superfície esférica, oficialmente elas são “objetos de uso religioso não especificado”.

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Templários Stonehenge Ocultismo Maçonaria Linhas de Ley Espiritismo Astrologia  Linhas de LeyCombinando os dois principais sólidos de Platão, temos uma grade composta de 120 triângulos como a figura ao lado. Esta esfera metálica vazada foi encontrada por arqueólogos em ruínas na cidade de Knossos (durante a Idade Média, diversas imagens como esta apareciam em textos de alquimia e ela era chamada de “Esfera Celestial” por eles). Sua função era ser deixada ao sol para estudos da projeção das sombras sobre a esfera central. Com isto, os gregos (e egípcios e posteriormente os pitagóricos, alquimistas e templários) conseguiram medidas precisas de distâncias no planeta, que só foram igualadas em precisão neste século, com os mapeamentos por satélite. Oficialmente, este é uma “esfera ornamental, de função desconhecida”.

Mas vamos direto para as Linhas de Ley. Como todos nós sabemos, os sólidos de Platão são 5 (tetraedro, cubo, octaedro, dodecaedro e icosaedro). Pense nos dados de RPG. Porque apenas cinco? A resposta está nos cinco elementos do pentagrama usado na magia. Estes elementos estão também relacionados com sólidos geométricos, além das cores e símbolos tradicionais. Então temos: Fogo = tetraedro, Terra = cubo, Ar = octaedro, Água = Icosaedro e Espírito ou Prana = Dodecaedro. As Escolas Pitagóricas reuniram todos os sólidos dentro de uma única esfera e o resultado foi um mapa de linhas formado por 120 grandes círculos e 4.862 pontos. Como na figura abaixo.

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Os estudos de Platão ecoam os ensinamentos de Pitágoras a respeito da projeção do infinito sobre o finito e servem para demarcar os pontos energéticos de maior intensidade na superfície do planeta, da mesma maneira que as linhas energéticas marcam os pontos principais da acupuntura em um corpo humano. Repetindo: “As above, so Below” (Tudo o que está em cima é igual ao que está embaixo).

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Eminentes cientistas, como Sir Joseph Norman Lockyer, estudaram a superfície do planeta e sobrepuseram as chamadas Linhas de Ley com grandes monumentos do passado, como as Pirâmides, os principais círculos de pedra e outros eventos “inexplicáveis” e chegaram a “coincidências” absurdas. Cidades como o Cairo, com 6.000 anos de idade, foram projetadas (sim, você leu direito: projetadas) de maneira harmoniosa com as linhas energéticas do planeta. Londres, Paris, Berlin, Moscou, Washington, Brasília (ok, Washington e Brasília são cidades novas, mas seus projetistas sabiam o que estavam fazendo – olhe direito a planta de Brasília… aquilo é mesmo um avião ou poderia ser um compasso?).
Graças a este conhecimento oculto, mapas medievais até hoje inexplicados mostram a América, Austrália e Antártida com formas quase perfeitas, condizentes com descobertas feitas séculos depois. Exemplos são o Mapa de Piri Ibn Haji (copiado de um mapa que estava na Biblioteca de Alexandria, com a descrição da América) e o mapa de Calopodio (1537, descrevendo a Antártida). Estes mapas eram mais precisos do que mapas feitos até a década de 60 ou 70.

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Com base nestas linhas, mapas da Atlântida e de Lemúria também puderam ser traçados muitos séculos antes que os cientistas sequer começassem a discutir “placas tectônicas”. O pesquisador e cientista Sir James Churchward publicou, em 1972, um trabalho intitulado “The Twelve Devil´s Graveyard around the world”, onde localizava os doze locais onde ocorriam o maior número de acidentes e desaparecimentos de barcos e aviões no planeta. Durante anos, ele compilou relatórios da marinha de vários países, chegando aos doze pontos críticos (entre eles, o famigerado Triângulo das Bermudas). Quando os estudiosos compararam estes pontos com o modelo esférico de Platão/Pitágoras, “coincidentemente” chegaram aos pontos principais do icosaedro projetado no Planeta (que “coincidentemente” é o elemento Água na geometria pitagórica).

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Cruzando outros pontos na grande esfera temos pirâmides ao redor do planeta (uma na Amazônia, inclusive… porque será que os americanos estão tão preocupados com a Amazônia agora? Vejam a briga que está no congresso, com esta proposta de lei para privatizar partes da floresta… que terrenos exatamente vão cair nas mãos de multinacionais americanas?), caminhos que as aves migratórias seguem, avistamentos de UFOs, locais sagrados, Catedrais, Círculos de Pedra e por ai vai. Escolha um local bizarro ou inexplicável do estilo “acredite se quiser” e coloque-o sobre o mapa-mundi. Ele estará sobre ou muito próximo de um ponto destes.

Se quisermos brincar um pouco mais, basta pegar cidades importantes do ponto de vista religioso ou político, como Kiev, Roma, Constantinopla, Jerusalém, Meca, Karthoum (cidade mais importante do antigo Sudão), Ile Ife (cidade mais importante para os antigos Yorubás) e as ruínas do Grande Zimbabwe e perceberemos que elas se encaixam em um padrão peculiar (os pontos que estão faltando são sítios arqueológicos que foram centros religiosos em um passado distante). Quem já está familiarizado com a Kabbalah vai achar no mínimo intrigante esta “coincidência”. Podem, inclusive reparar que Jerusalém está sobre a sephira Da´ath (ok, eu sei que a maioria não vai entender essa… )

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Na Europa não é diferente. Se conectarmos todas as linhas básicas descritas por Platão e Pitágoras, os cruzamentos principais destas linhas cairão em cidades importantes como Oxford, Rotterdan, Berlin, Chartres, Altamira, Barcelona, Frankfurt, Córdoba, Hamburgo, Lourdes, Roma, Atenas, Delfos e trocentas outras. Cidades que surgiram ao redor de oráculos, círculos de pedra (que foram substituídos por catedrais por causa da Igreja Católica e ai entra a importância dos pedreiros livres para a preservação desta geometria sagrada) ou monumentos antigos.
Agora… por que TODOS os oráculos gregos, círculos de pedra e pirâmides estão localizados sobre estes nodos? Que relação temos entre “comunicação com os deuses”, “centros religiosos”, “eventos bizarros” e as linhas de Ley? Coincidências? 4.862 coincidências então.

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E estas linhas e pontos podem ser divididos múltiplas vezes, em grades menores, até chegar a parcelas bem pequenas, suficientes para envolver quarteirões ou mesmo casas. Os chineses, gregos, egípcios e os antigos já conheciam a respeito destas linhas e chamam isso de Feng Shui/Geometria sagrada (mas esqueçam estas coisas estranhas que aparecem nas revistinhas de decoração hoje em dia, estou falando da ciência por trás do Feng Shui, algo que definitivamente não vai cair nas mãos das massas tão cedo).
Todo mundo conhece locais na sua cidade ou bairro onde não importa que tipo de negócio se abra, ele sempre quebra, lugares onde qualquer loja que se estabeleça será um sucesso, locais onde você se sente mal sem saber por que ou lugares onde você se sente bem sem explicação racional. O estudo sério destas linhas energéticas poderia trazer benefícios enormes para a humanidade, definindo locais melhores e mais adequados para se construir hospitais, escolas, presídios, estabelecer plantações, parques, áreas residenciais e assim por diante.

A moral é: Feng Shui tem fundamento científico? SIM. Ele funciona do jeito que as revistinhas e livros pregam? NÃO. Portanto, temos de dar um pouco de razão aos céticos que xingam essas coisas porque eles estão parcialmente certos: tem muita besteira e chute sem fundamento publicado por ai, infelizmente. Mas o estudo sério destas energias (digo, algo patrocinado por universidades e conduzido de maneira séria e laboratorial, envolvendo geólogos, físicos e pesquisadores) seria algo muito interessante.

Essa matéria foi extráida do site Teorias da Conspiração, mantido por Marcelo Del Debbio que contém vasto matérial sobre ocultismo e auto conhecimento, um dos melhores do gênero em lingua portuguesa.

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Continuação do documentario ” Agenda Esotérica ” que aborda vários assuntos e temas e uma visão diferente dos acontecimentos atuais.

O filme centra-se na consciência humana e universal e assinala a doença da psique que a humanidade tem induzido pela criação de uma insana ilusão, que é a principal causa de dor e sofrimento. Avança mais em aspectos metafísicos e conecta antigos mitos e a história escondida com modernas formas de sociedade e resultado político. Explica xamanismo, dualidade, e a realidade por trás DNAs e modernas falsas crenças.

Como sempre dizemos quando postamos qualquer video, nenhum deles deve ser considerado como a verdade total e absoluta, servindo apenas como ponto de referencia para estudos aos interessados em conhecer mais sobre os temas abordados, em nenhum momento nos dispomos a ser um ” revelador de verdades ” pois a mesma só pode ser atingida por cada um e de forma diferente para cada individuo.

Creio que falar sobre Nikola Tesla dispensa qualquer apresentação, ele simplesmente foi uma das maiores senão a maior mente da humanidade, criando e idealizando artefatos que hoje é um ” must ” em nossas vidas e outras coisas que só o futuro poderá dizer, vamos aos fatos.

Nikola Tesla

Nikola Tesla (Nicola Tesla ou Никола Тесла) (Smiljan, Império Austríaco, 10 de Julho de 1856 — Nova Iorque, 7 de Janeiro de 1943) foi um inventor nos campos da engenharia mecânica e electrotécnica, de etnia sérvia nascido na aldeia de Smiljan, Vojna Krajina, no território da atual Croácia. Era súdito do Império Austríaco por nascimento e mais tarde tornou-se um cidadão estadunidense.[1] Tesla é muitas vezes descrito como um importante cientista e inventor da idade moderna, um homem que “espalhou luz sobre a face da Terra”.[2] É mais conhecido pela suas muitas contribuições revolucionárias no campo do electromagnetismo no fim do século XIX e início do século XX. As patentes de Tesla e o seu trabalho teórico formam as bases dos modernos sistemas de potência eléctrica em corrente alterna (AC), incluindo os sistemas polifásicos de distribuição de energia e o motor AC, com os quais ajudou na introdução da Segunda Revolução Industrial.

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Depois da sua demonstração de transmissão sem fios (rádio) em 1894 e após ser o vencedor da “Guerra das Correntes”, tornou-se largamente respeitado como um dos maiores engenheiros electrotécnicos que trabalhavam nos EUA.[3] Muitos dos seus primeiros trabalhos foram pioneiros na moderna engenharia electrotécnica e muitas das suas descobertas foram importantes a desbravar caminho para o futuro. Durante este período, nos Estados Unidos, a fama de Tesla rivalizou com a de qualquer outro inventor ou cientista da história e cultura popular,[4] mas devido à sua personalidade excêntrica e às suas afirmações aparentemente bizarras e inacreditáveis sobre possíveis desenvolvimentos científicos, Tesla caiu eventualmente no ostracismo e era visto como um cientista louco.[5][6] Nunca tendo dado muita atenção às suas finanças, Tesla morreu empobrecido aos 86 anos.

A unidade de SI que mede a densidade do fluxo magnético ou a indução magnética (geralmente conhecida como campo magnético “B”), o tesla, foi nomeada em sua honra (na Conférence Générale des Poids et Mesures, Paris, 1960), assim como o efeito Tesla da transmissão sem-fio de energia para aparelhos electrónicos com energia sem fio, que Tesla demonstrou numa escala menor (lâmpadas eléctricas) já em 1893 e aspirava usar para a transmissão intercontinental de níveis industriais de energia no seu projecto inacabado da Wardenclyffe Tower.

À parte os seus trabalhos em electromagnetismo e engenharia electromecânica, Tesla contribuiu em diferentes medidas para o estabelecimento da robótica, controle remoto, radar e ciência computacional, e para a expansão da balística, física nuclear,[7] e física teórica. Em 1943 o Supremo Tribunal dos Estados Unidos acreditou-o como sendo o inventor do rádio.[8] Muitos das suas realizações foram usadas, com alguma controvérsia, para apoiar várias pseudociências, teorias sobre OVNIs, e as primeiras formas de ocultismo New Age.

Tesla recebeu da Checoslováquia a mais alta ordem do Leão Branco.

Em 1882 deslocou-se para Paris, França para trabalhar como engenheiro na “Continental Edison Company”, desenhando aperfeiçoamentos em equipamentos eléctricos. Também trabalhou em Lyon.

Tesla mudou-se para os Estados Unidos em 1884, estabelecendo-se em Nova Iorque e tornando-se um assistente do famoso cientista da época Thomas Alva Edison. Após um sério desentendimento com este por não haver recebido um gigantesco bônus prometido por Edison (segundo ele, uma brincadeira) por algumas de suas aplicações, aprimoramentos e descobertas (1886), Tesla perde o emprego e passa por um período difícil, realizando trabalho braçal.

Em 1887, consegue realizar um contrato com um grande investidor e vende sua patente da corrente alternada para George Westinghouse, que convence o governo americano a adotar o modelo-padrão de corrente alternada como meio mais eficiente para a distribuição de energia elétrica, contrariando interesses de seu antigo empregador Thomas Edison.

Quando viaja pelos Estados Unidos e Europa, a partir de 1891, apresenta novos ensaios científicos, detalhando aplicações insuspeitadas sobre a aplicação da corrente alternada de alta frequência e várias outras descobertas. Desenvolve a partir desse período um conjunto extenso de inventos para produção e uso da eletricidade, como o motor elétrico e registra outra centena de patentes, como o acoplamento de dois circuitos por indução mútua, princípio adotado nos primeiros geradores industriais de ondas hertz, o princípio e metodologia de criar energia (corrente alternada) através de campo magnético rotativo, o motor assíncrono de campo giratório, entre outros.

Inventou também a corrente polifásica, comutadores elétricos e ligação em estrela, novos tipos de geradores e transformadores, comunicação sem fio, a lâmpada fluorescente, controle remoto por rádio e protótipos de transmissão de energia.

Tesla morreu em um quarto de hotel em Nova York rodeado de pombos e fálido sem nenhum centavo olhando de sua janela o mundo que ele tinha ajudado a criar.

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O Evento de Tunguska

Minado pela realização de Marconi, perturbado por problemas financeiros e rejeitado pelas autoridades científicas, Tesla encontra­va-se em situação desesperadora em meados da década. A tensão veio a se tornar tão grande por volta de 1906 que ele sofreu um colapso emo­cional. Num esforço final pelo reconhecimento de seu grande esquema, ele pode ter tentado fazer um teste com seu transmissor de alta energia para exibir seu potencial destrutivo. Isso teria sido em 1908.

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O evento Tunguska ocorreu na manhã de 30 de junho de 1908. Uma explosão, calculada como equivalente a algo entre 10 e 15 megatons de TNT, esmagou 500.000 acres de floresta de pinheiros perto do rio Stony Tunguska, na Sibéria central. Rebanhos inteiros de renas foram destruídos. A explosão foi ouvida a um raio de 620 milhas. Quando enviada uma expedição para a área, em 1927, em busca de evidências de um presumível meteorito causador da explosão, nenhuma cratera de impacto foi encontrada. Quando perfurado o solo em busca de fragmentos de níquel, ferro ou pedra, os principais constituintes dos meteoritos, nada foi encontrado até uma profundidade de 118 pés.

Muitas foram as explicações para o evento Tunguska. A versão aceita oficialmente é a de que um fragmento do Cometa de Encke, composto principalmente de poeira e gelo, penetrou na atmosfera a 62.000 m/h, aquecendo-se e explodindo sobre a superfície da Terra, criando uma bola de fogo e uma onda de choque, mas nenhuma cratera. As versões alternativas do desastre vêem um miniburaco negro renega­do ou uma espaçonave alienígena que colide com a Terra, resultando em liberação de energia.

Segundo Oliver Nichelson, os fatos históricos apontam para a possibilidade de que o evento tenha sido causado por um teste de detonação da arma de energia de Tesla.

Em 1907 e 1908, Tesla escreveu a respeito dos efeitos destrutivos de seu transmissor de energia. Seu transmissor de Wardenclyffe era muito maior que o aparelho de Colorado Springs que destruíra o gerador da companhia de eletricidade. Seu novo transmissor seria capaz de efeitos de ordens de magnitude muito maiores que as do aparelho de Colorado.
Em 1915, ele disse que Já havia construído um transmissor que “quando inevitável… pode ser usado para destruir propriedade e vida”.

Finalmente, uma carta de 1934 de Tesla a J.P. Morgan, descoberta pela biógrafa de Tesla, Margaret Cheney, parece apontar de forma conclusiva para o teste de arma de energia. Em uma tentativa de levantar fundos para seu sistema defensivo, escreveu:

A máquina voadora desmoralizou completamen­te o mundo, tanto que em algumas cidades, como Londres e Paris, as pessoas estão com um medo mortal de um bombardeio aéreo. Os no­vos meios que aperfeiçoei proporcionam abso­luta proteção contra essa e outras formas de ataque. Essas novas descobertas, realizadas ex­perimentalmente em escala limitada, criaram profunda impressã.

Mais uma vez, a evidência é circunstancial, mas para usar a lin­guagem da investigação criminal, Tesla tinha motivo e meios para causar o evento de Tunguska. Parece que ele também confessa que um teste desse tipo tenha sido realizado antes de 1915. Seu transmis­sor tinha capacidade para gerar níveis de energia e freqüências que liberariam a força destrutiva de dez megatons, ou mais, de TNT. E o gênio negligenciado estava desesperado.

A natureza do evento de Tugunska também não é inconsistente com o que aconteceria durante a súbita liberação de energia sem fios. Nenhum objeto ígneo foi descrito nos céus naquela época por astrônomos profissionais ou amadores, como seria o esperado, quando um objeto de 200 milhões de libras penetra na atmosfera. O brilho no céu da região, men­cionado por algumas testemunhas, pouco antes da explosão pode ter sido proveniente do solo, conforme pesquisadores geólogos descobriram na década de 1970. Pouco antes de um terremoto, a rocha submetida à ten­são sob o solo cria um efeito elétrico que faz com que o ar se ilumine.
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Segundo Oliver Nichelson, se a explosão fosse causada por trans­missão de energia sem fio, a tensão geológica ou a própria corrente provocariam um brilho no ar. Finalmente, está ausente a cratera do impacto. Como não há um objeto material/para causar o impacto, a explosão causada por energia irradiada não deixaria uma cratera.

Pela natureza geralmente pacifista de Tesla, é difícil entender por que teria realizado um teste prejudicial tanto a animais como às pes­soas que os criavam, mesmo quando em apuros e desespero financei­ro. A resposta é que provavelmente não tencionasse prejudicar, mas sua meta era um golpe de publicidade e, literalmente, errou o alvo.

No final de 1908, o mundo inteiro acompanhava a ousada tenta­tiva de Peary de chegar ao Pólo Norte. Peary tomou posse do Pólo Norte na primavera de 1909, mas no inverno anterior havia retornado
base de Ellesmere Island, a cerca de 700 milhas dali. Se o desejo de Tesla era a atenção da imprensa internacional, nada mais impressio­nante que a palavra de Peary ao mundo sobre uma explosão cataclís­mica no gelo em direção ao Pólo Norte. Se Tesla, como mestre criador que era, não fosse detido, poderia ter sido visto como um mestre da nova força misteriosa de destruição.

O teste, ao que parecia, não obtivera pleno sucesso, diz Nichelson. Deve ter sido difícil controlar a vasta quantidade de energia no trans­missor, orientando-a para o lugar exato desejado por Tesla.

Alerta, a Ilha de Ellesmere, no Canadá, e a região de Tunguska situam-se na mesma grande linha de círculo de Shoreham, Long Island. Ambas estão em um ângulo de compasso de pouco mais de dois graus ao longo da rota polar. A onda elétrica destrutiva passou por cima de seu alvo.
Os conhecedores da demonstração da arma de energia de Tesla devem ter desmaiado, ou porque ele errou o alvo e seria uma ameaça às regiões habitadas do planeta, ou porque ele trabalhava muito bem na devastação de uma grande área, simplesmente acionando um comutador a milhas de distância. Seja qual for o caso, Tesla nunca recebeu a noto­riedade visada com o seu transmissor de energia.

Em 1915, o laboratório de Wardenclyffe foi transferido por escri­tura para Waldorf-Astoria, Inc. em garantia de pagamento das despesas de hotel de Tesla. Em 1917, Wardenclyffe era dinamitada por ordem de seus novos proprietários para recuperar algum dinheiro da sucata.

A exótica teoria de Oliver Nichelson pode não passar de pura fan­tasia ou, talvez, Nikola Tesla tenha sacudido o mundo de tal maneira que o segredo foi mantido por mais de 80 anos.

Hoje, as Guerras nas Estrelas controlam toda a população deste planeta a partir da órbita da Terra. As invenções de raios da morte de Tesla podem ser utilizadas de várias maneiras: como morteiros de onda escalar, radar mundial, instrumentos de terremotos, manipulação de onda ce­rebral, armas de feixes de partículas, impulsos de trem de ondas, apare­lhos manuais de fase e uma infinita variedade de outros aparelhos. O lado bom dessa tecnologia é a energia livre e o uso dos escudos de Tesla, a formação de uma carapaça impenetrável de energia ao redor de uma cidade, comunidade ou instalação. As explosões de um morteiro de Tesla podem destruir as redes de comunicações de qualquer cidade importante com um solavanco, bem colocado, de muitos milhões de volts, e turbulências de ar podem ser extraídas do espaço. São inúmeras as aplicações militares de muitas invenções de Tesla, e assim a necessida­de de ocultar Tesla e suas invenções seria conveniente ao complexo
industrial militar.

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Tesla e o Projeto Guerra Nas Estrelas

COLORADO SPRINGS, Colo. — Gigantes pisaram este chão. Zebulon Pike, legendário explorador do Oeste desconhecido, deu seu nome ao majestoso pico revestido de branco logo à saída da cidade.

O Presidente Dwight Eisenhower esteve aqui para fundar o últi­mo centro de comando de guerra nuclear, a impressionante casamata North American Aerospace Defense Command [NORAD] no granito debaixo do pico Pike nas proximidades do pico da Montanha Cheyenne.

O mais impressionante é que o homem que inventou o rádio, e descobriu como o mundo transmite sua energia elétrica, executou grande parte de seu trabalho criativo neste lugar.

Mas, espere. Não nos ensinaram que o rádio foi inventado por um italiano chamado Marconi? E que o legendário Thomas Alva Edison inventou o sistema de energia elétrica industrial em seus laboratórios de New Jersey?

“Ensinaram-nos errado”, disse Toby Grotz, presidente da Interna­tional Tesla Society, que tem aqui a sua sede, em honra ao pouco conhe­cido gênio extravagante chamado Nikola Tesla.

Dois anos antes de Edison ter demonstrado sua transmissão de rádio sem fios, Tesla, um imigrante iugoslavo naturalizado, realizou um feito idêntico, na Feira do Mundo, em Chicago, em 1893.

Em 21 de junho de 1943, no caso da Marconi Wireless Telegraph Co. versus Estados Unidos, a Corte Suprema decidiu que as patentes de rádio de Tesla eram anteriores às do gênio italiano.

Na verdade, Edison inventou a lâmpada incandescente. Mas ali­mentou-a, e a todos os seus projetos, com a ineficiente eletricidade de corrente direta [DC]. Foi Tesla que descobriu como usar a forma de fase mais poderosa de eletricidade de corrente alternada [AC] que é, virtualmente, o tipo universal de eletricidade empregada pela civilização moderna.

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E agora há indicações de que Tesla também descobriu inúmeros aparelhos que o complexo industrial-militar dos Estados Unidos vem procurando desenvolver e construir para o controverso sistema de defe­sa antimíssil, Guerra nas Estrelas, para o Pentágono.

Grotz e outros especialistas especulam que intrigas recentes dão conta de que as imensas nuvens formadas em minutos sobre o antigo território soviético são indicações de que a União Soviética vem testan­do aparelhos para transmitir energia a grandes distâncias, os quais fo­ram desenvolvidos há quase um século por Tesla.

De particular interesse para os pesquisadores de Tesla, disse Grotz, é um evento amplamente descrito em 9 de abril de 1984, em que pelo menos quatro pilotos de linhas aéreas relataram terem avistado uma erupção perto do Japão, muito semelhante a uma nuvem de explosão nu­clear, que se espiralou a uma altura de 60.000 pés e com uma largura de 200 milhas, dentro de dois minutos exatamente, e envolveu sua aeronave.

Em julho passado, o Cox News Service relatou que os quatro aviões foram examinados pela força aérea norte-americana em Anchorage, Alasca, e verificou-se que não tinham radiação a despeito do fato de terem voado através da misteriosa nuvem em questão.

Grotz disse que essas nuvens poderiam se formar, caso alguém tentasse implementar os planos de Tesla para a energia irradiada por “ressonâncias criadas dentro da cavidade ionosférica da Terra”, calculados em Colorado Springs durante os experimentos realizados em 1899 pelo gênio elétrico.

Todos os anos, cerca de 400 mem­bros da Tesla Society, com permissão do prestigiado International Instituto of Electric Engineering (IIEE), reúnem-se aqui, onde o mago da eletricidade reali­zou seus mais assustadores experimentos com raios-crepitação, para discutir as mais estranhas histórias nos anais da ciência americana.

É a história do gênio atormentado. É também a história de uma disputa pou­co conhecida, mas intensamente amarga, que corroeu Edison e o fabulosamente rico financista J.P. Morgan, de um lado, e do outro, Tesla e seu aliado, igualmente poderoso, George Westinghouse. E, final­mente, é uma história de um espião.

Nikola Tesla: sua pesquisa ajudou a União Soviética a construir a arma suprema?

Muitos, na Tesla Society v estão convencidos de que tolos burocratas dos EUA enviaram os segredos necessários para construir o projeto Guerras de Estrelas, descobertos por Tesla, para a Iugoslávia controla­da por comunistas, logo após a Segunda Guerra Mundial, dando assim aos soviéticos uma enorme vantagem inicial na pesquisa da arma de feixe de partículas, que é considerada essencial para construir qualquer proteção contra mísseis.

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Em uma entrevista entre as sessões nesse simpósio sobre Tesla, em agosto, Grotz explicou que Tesla se retirou para Colorado Springs porque precisava tanto do clima seco como de tempestades com raios de poderosa fúria que se abatem com tanta freqüência sobre as en­costas do Pico Pikes e Cheyenne Mountain.

“O sonho de Tesla era fornecer quantidades ilimitadas de energia livre e igualmente disponível a todas as pessoas da Terra”, disse Grotz.

“E estava convencido de poder fazer isso por meio da irradiação de energia elétrica a grandes distâncias exatamente como o rádio trans­mite pequenas quantidades de energia para longe”, explicou Grotz. “Os mesmos feixes de energia, é claro, podiam ser direcionados à velocidade da luz para destruir aviões e mísseis inimigos assim como fornecer eletricidade”, observou ele.

Essas investigações levam ao âmago da mais complicada questão que a ciência enfrenta hoje, a chamada Teoria do Campo Unificado que o próprio Albert Einstein confessou estar além de suas capacidades, reconheceu Grotz, um engenheiro da companhia Martin Marietta Aerospace.

“Tesla acreditava ser capaz de irradiar a energia produzindo vi­brações na atmosfera, as quais estavam perfeitamente em fase com as vibrações naturais existentes nos temporais”, disse Grotz.

Dessa forma, qualquer pessoa com um receptor poderia simples­mente conectar-se a radiodifusoras e adquirir eletricidade exatamente como recebem a irradiação de rádio ou TV.

No alto de um morro, exatamente onde as pradarias varrem os sopés das Rochosas, Tesla construiu uma versão gigantesca do que se conhece como Bobina de Tesla, um aparelho que produz dramáticos arcos de eletricidade por meio de rápida alteração em sua resistência.

Quase todos os museus de história natural e laboratórios de física das faculdades no mundo exibem uma Bobina de Tesla capaz de fazer ficar em pé o cabelo de estudantes ,deliciados ou de formar dramáticas centelhas nas pontas dos dedos de quem permaneça firmemente sobre um tapete de borracha e coloque a outra mão no topo da bobina.

Na esquina das ruas Foote e Kowia, em Colorado Springs, Tesla construiu uma bobina de 122 pés de altura. Conectando-se a todo osistema elétrico da cidade, o gênio elétrico enviou milhões de volts de corrente para dentro da estrutura, e disparos de raios, criados pelo homem, saltaram até 135 pés no melancólico céu, misturando-se com os outros raios criados pela natureza.

A primeira vez que Tesla virou o comutador, a cidade inteira ficou sem energia, os testes criaram nuvens artificiais ao redor de sua instala­ção e queimaram lâmpadas a até 26 milhas de distância, segundo os
noticiários da época.

“Os disparos de raios artificiais de Colorado Springs, criados durante o único ano em que Tesla aqui viveu, de 1899 a 1900, nunca foram duplicados”, disse Grotz.

Os experimentos estabeleceram que as tempestades com raios, ao se precipitarem sobre as Rochosas, para depois rumarem com estrondo pelas planícies no Kansas, estavam ressoando a uma freqüência de 7,68 ciclos por segundo.

“Esse fenômeno natural foi redescoberto na década de 1960 pelo pesquisador W.O. Schumann, enquanto trabalhava para a Marinha na descoberta de como transmitir ordens de guerra nuclear para submarinos submersos”, disse Grotz.

Um artigo que circulou durante o simpósio sobre Tesla, chamado “Guerra nas Estrelas Agora! O Efeito Bohm-Aharanov, a Interferometria Escalar e a Armamentização Soviética”, especula que misteriosas nu­vens, que aterrorizaram, pilotos de linhas aéreas, foram criadas quando se drenava energia de uma área, transmitindo-a para outra, usando os princípios de Tesla.

O autor do folheto, T.E. Beaden, um especialista aposentado de estratégia de guerra do Pentágono e engenheiro-consultor ativo do Depar­tamento de Defesa, disse que o resultado de tais transmissões de ener­gia é a “explosão fria” que poderia provocar enorme destruição.

Notando que`a nuvem cobria 150 milhas, Beaden escreveu: “Um único disparo dessa arma poderia congelar quase instantaneamente cada soldado da Otan naquela área, transformando-os em blocos de gelo”.
Grotz reconheceu que grande parte da comunidade científica mun­dial atual duvida das reivindicações feitas por fãs de Tesla, como ele próprio e Beaden.

“Mas”, acrescentou, “Tesla sempre foi rejeitado pelo sistema vigente.”
Depois que Tesla começou a construir dínamos, motores e outros aparelhos AC sob o patrocínio de Westinghouse, Edison e sua General Electric Company empreenderam uma campanha para desacreditar a AC, enfatizando seus riscos, segundo a biógrafa de Tesla, Margaret Cheney, em seu Tesla, Man Out of Time (Tesla, Um Homem Fora do Tempo).

Edison forçava cães e gatos a permanecerem sobre placas de aço energizadas com corrente AC e em seguida, virando o comutador, eletrocutava-os. A isso chamou o “processo Westinghouse”, escreveu Cheney.

Por fim, Tesla perdeu para Edison e outros inimigos, mesmo com a prevalência de seu sistema de energia AC.

O visionário morreu em 1943, em um quarto de hotel em Nova
Iorque, compartilhado com inúmeros pombos por ele considerados seus amigos, disse a biógrafa.

Após a guerra, os parentes de Tesla, na Iugoslávia, encaminharam pedido a Washington para receber 17 baús de papéis e o equipamento de laboratório que ele havia deixado em depósito numa garagem de Nova Iorque.

Em 1952, esses itens foram enviados para Belgrado e se encon­tram no museu Tesla.

“Mas”, disse Grotz, “quais são as chances, senhores, de que tudo possa ter sido antes copiado pela KGB?”

“Nos EUA, nem sequer lhe demos o crédito por inventar o rádio,
enquanto o bloco soviético está até construindo museus Tesla”, disse o engenheiro.

“Por que eles o respeitam tanto?”

Base Secreta na América do Sul ( ? )

Dizem que vários cientistas europeus partiram com Marconi, entre eles, Landini. Em 1937, o enigmático físico italiano e alquimista Fulcanelli advertiu os europeus dos graves riscos das armas atômicas e em seguida desapareceu misteriosamente poucos anos mais tarde. Acredita-se que ele tenha se juntado ao grupo secreto de Marconi na América do Sul.

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O que se diz é que 98 cientistas partiram para a AS, onde construíram uma cidade na cratera de um vulcão extinto nas selvas do sul da Venezuela. Em sua cidade secreta, financiada pela grande fortuna que haviam acumulado durante suas vidas, continuaram o trabalho de Marconi sobre energia solar, energia cósmica e antigravidade. Trabalharam secretamente, e afastados das nações do mundo, fabricando motores de energia livre e, por fim, uma aeronave discóide com uma forma de antigravidade giroscópica. Dizia-se que a comunidade dedicava-se a paz universal e ao bem-estar de toda a humanidade. Convictos de que o resto do mundo estava sob o controle de companhias de energia elétrica, banqueiros multinacionais e do complexo militar-industrial, eles permaneceram isolados, trabalhando de forma subversiva em prol da paz mundial e de uma tecnologia limpa e ecológica.

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Temos informações provenientes de diversas fontes relativas a essa espantosa cidade de alta tecnologia. Na América do Sul, a história é um tema comum em certos grupos metafísicos. Diz o escritor francês Robert Charroux, em sua obra “The Mistery of the Andes”(1974, Avon Books):… “A Ciudad Subterranea de los Andes é discutida em particular de Caracas a Santiago”. Charroux continua a contar a história de Marconi e, sua cidade secreta, e ainda a história de um jornalista mexicano, de nome Mario Rojas Avendaro, que investigava a Ciudad Subterranea de los Andes e concluiu que era um história verdadeira. Avendaro foi contatado por um homem chamado Nacisso Genovese ( meio suspeito de estar inventando muitas coisas … ) , que havia sido aluno de Marconi e era professor de física em uma faculdade em Baja, México.

Genovese era de origem italiana e afirmava ter vivido por muitos anos na Ciudad Subterranea de los Andes. Em algum momento no final da década de 1950, ele escreveu uma obra obscura intitulada “My Trip to Mars”. Embora o livro nunca tenha sido publicado em inglês, apareceu em várias edições em espanhol, português e italiano.

Genovese afirmava que a cidade fora construída com grandes recursos financeiros, era subterrânea e tinha instalações de pesquisa melhores que quaisquer outras do gênero (na época, pelo menos). Por volta de 1946, a cidade que já utilizava um coletor poderoso de energia cósmica, o componente essencial da toda matéria, segundo as teorias de Marconi, muitas das quais ele obteve de Tesla.

“Em 1952”, segundo Genovese, “viajamos sobre todos os mares e continentes em uma aeronave cujo fornecimento de energia era contínuo e praticamente inexaurível. Ela atingia uma velocidade de meio milhão de milhar por hora e resistia a enormes pressões, perto do limite da resistência das ligas que a compunham. O problema era desacelerá-la no momento certo.”

Segundo Genovese, a cidade localizava-se no sopé da cratera, porém em sua maior parte era subterrânea e totalmente auto-suficiente. O vulcão extinto é coberto de abundante vegetação e situa-se a centenas de milhar de qualquer das estradas, e está a 13.000 pés nas montanhas da selva amazônica.

O autor francês, Charroux, expressou surpresa e descrença ao comentário de que a cidade se encontrava em uma montanha coberta pela selva a 13.000 pés de altura. No entanto, a encosta oriental da cordilheira dos Andes tem muitas dessas montanhas, da Venezuela a Bolívia, numa extensão de milhares de milhas. Várias dessas cidades e montanhas poderiam existir nessa vasta região inexplorada e sempre coberta de nuvens.

Assim, uma cidade secreta numa cratera na selva seria a menor das suposições. Genovese afirmava que vôos da Lua para Marte foram feitos em seus “discos voadores”. Ele dizia que uma vez conquistada a tecnologia, era relativamente simples fazer uma viagem a Lua (em poucas horas) ou a Marte (em vários dias). Genovese menciona pirâmides ou o que fizeram em Marte. Talvez tenham criado uma base marciana em uma das antigas pirâmides sopradas pelas areias da região de Cidônia.

Existem muitos relatos de ovnis na América do Sul, especialmente ao longo da borda das selvas montanhosas dos Andes orientais, da Bolívia a Venezuela. É possível que alguns desses ovnis sejam aeronaves antigravidade da Ciudad Subterranea de los Andes?

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A luz de fontes altamente confiáveis que alegam ter havido uma “Última batalha”, nos últimos dias da Segunda Guerra Mundial, em que soldados alemães fugiram em um submarino para a Antártida e a América do Sul, é possível que os alemães tivessem supercidades de alta tecnologia também nas remotas selvas da América do Sul.

Várias histórias de militares, como a do Coronel Howard Buechner, autor de “Secrets of Holy Lance” e “Hitler’s Ashes”, sustentam que os alemães já tinham riado bases em Queen Maud Land, defronte a África do Sul.

Em seguida, os Barcos U alemães, em alguns relatos, que chegam a uma centena, levaram importantes cientistas, aviadores e políticos para a fortaleza final da Alemanha nazista. Dois desses barcos U renderam-se na Argentina três meses após a guerra. Em 1947, a Marinha americana invadiu a Antártida, principalmente Queen Maud Land, sob o comando de Admiral Byrd.

O que se diz é que os americanos foram derrotados e vários jatos de quatro porta-aviões foram abatidos por uma aeronave discóide. A marinha bateu em retirada e só retornou em 1957.

Segundo a obra “Chronicle of Akavor”, livro publicado pela primeira vez na Alemanha pelo jornalista Karl Brugger, um batalhão alemão refugiou-se em uma cidade subterrânea nas fronteiras do Brasil e do Peru. Brugger, um jornalista alemão que morou em Manaus, foi assassinado em Ipanema, um bairro do RJ, em 1981. Seu guia, Tatunca Nara, prosseguiu tornando-se guia de Jacques Costeau no alto Amazonas. Na realidade, fotografias de Tatunca Nara ( reconhecido falsário e picareta alemão anos mais tarde ) aparecem num grande álbum colorido, chamado “A Viagem de Costeau pelo Amazonas”. (Para maiores informações sobre Tatunca Nara, Karl Brugger, Cidades subterrâneas, veja “Lost Citites” e “Ancient Mysteries of South America”).

Embora cidades secretas da América do Sul que fabricam discos voadores e combatem os atuais poderes do mundo de suas fortalezas ocultas na selva soem como algo bem do bênero James Bond, parecem fundamentar-se em fatos!

Com base no cenário acima, pode não ser totalmente fantástico sugerir, como fizeram alguns autores, que Tesla tenha sido capturado por um disco voador em 1930. No entanto, parece não ter sido um disco voador de outro planeta, mas uma aeronave de Marconi da cidade secreta.

No mais incrível cenário, que pode muito bem ser verdadeiro, Tesla foi induzido a fingir a própria morte, assim como Marconi e muitos outros cientistas, sendo levado por uma nave discóide especial a supercidade de alta tecnologia de Marconi. Longe do mundo externo, governos militares, companhias de petróleo, armas e fabricantes de aeronaves, Marconi e Tesla, ambos supostamente mortos, continuaram seus experimentos em uma atmosfera que favorecia a conquista científica.

Quem sabe o que podem ter alcançado? Eles estavam dez anos a frente dos alemães e vinte anos a frente dos amercianos em sua tecnologia antigravidade. Podem ter desenvolvido a espaçonave discóide no início da década de 1940, continando a viajar em máquinas do tempo e a excursionar pelo hiperespaço? Talvez Marconi e Tesla tenham penetrado no futuro e já tenham retornado ao passado!

Os experimentos de viagem no tempo, teletransporte, pirâmides de Marte, Armagedom e uma eventual Idade do Ouro na Terra, tudo isso pode ter algo a ver com Tesla, Marconi e suas invenções suprimidas. Ainda que “especialistas em ovnis” e “primeiros agentes de inteligenência” nos digam que os discos voadores são extraterrestres e estão sendo atualmente retroconstruídos por cientistas militares, Tesla, Marconi e seus amigos podem estar esperando por nós em sua base espacial nas pirâmides e no Rosto de Marte.

Nosso governo, Hollywood e a mídia nos reinaram para certas crenças e preconceitos de que tecnologia supreendente deve ser de extraterrestres que visitam nosso planeta. Para o cientistas-filósofo que procura o conhecimento, as vezes a verdade é mais estranha que a ficção.

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Tesla e Marconi

A relação entre Tesla e Marconi é um estudo fascinante! Enquanto Tesla se tornou uma figura popular aos cientistas revisionistas nos últimos dez anos, Marconi é ainda bastante desconhecido e visto como um usurpador das invenções de Tesla. No entanto, Guglielmo Marconi (1874-1937) era um brilhante cientista e, na realidade, amigo íntimo de Tesla.

Na literatura esotérica dos países latinos, Marconi alcançou um status quase legendário, muito semelhante ao de Tesla nos EUA. Mas a maioria dos estudiosos de Tesla ignora que Marconi supostamente havia fundado uma cidade de alta tecnologia nas selvas do sul da Venezuela.

O grande cientista italiano, Guglielmo Marconi, tinha sido aluno de Tesla. Marconi estudou a teoria da transmissão de rádio e fez sua primeira radiotransmissão em 1895. Estava fascinado pela transmissão de energia e, em 1896, recebeu uma patente britânica e enviou um sinal a nove milhas através do Canal de Bristol Em 1899, ele montou com êxito uma estação telegráfica para comunicar-se com a estação francesa a 31 milhas através do Canal Inglês.
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Pensava-se que a curva da superfície terrestre limitasse a radiotransmissão a 200 milhas no máximo. Quando, em 11 de dezembro de 1901, Marconi transmitiu um sinal de Poldhu, Cornwall, para St. John’s Newfoundland, a 2.000 milhas de distância, ele criou a maior sensação. Para isso, Marconi substituiu a antena receptora por uma coesor, ou detector de ondas elétricas, um tubo de vidro cheio de limalhas de ferro que podia conduzir ondas de rádio. Na época, não havia explicação cientifica para esses fenomenos de transmissão a longa distância, e postulava-se que havia uma camada na porção superior da atmosfera – a ionosfera – que refletia ondas eletromagnéticas.

Marconi era filho de um rico italiano, proprietário de terras, e sua mãe era holandesa. Quando sua primeira transmissão, em 1891, não despertou o interesse das autoridades italianas, ele foi para a inglaterra. A “Marconi Wireless Telegraph Company” foi fundada em Londres, em 1891, e Marconi ganhou milhões com suas invenções.

Atribui-se tanto a Marconi como a Tesla a invenção do rádio. A radiotransmissão histórica de Marconi utilizava um extintor de faíscas de Heinrich Hertz, uma antena de Popov e um coesor de Edouard Bramely, no aparelho simples que viria a se tornar o rádio moderno.

Marconi recebeu o Prêmio Nobel de Física, em 1909, juntamente com Karl Fardinand Braun, autor de importante modificação que aumentou consideravelmente a faixa dos primeiros transmissores de Marconi.

Como Tesla, Marconi foi um homem misterioso em seus últimos anos, e sabidamente realizava seus experimentos, inclusive experimentos antigravidade, a bordo de sue iate Electra. O iate de Marconi era um superlaboratório flutuante, de onde enviava sinais para o espaço e acendeu as luzes na Austrália, em 1930. Isso foi realizado com o auxílio de um físico italiano de nome Landini, enviando sinais de trem de ondas através da Terra, de modo parecido ao feito de Tesla em Colorado Springs.

Em junho de 1936, Marconi demonstrou ao diatdor fascista, Benito Mussolini, um aparelho de artilharia de ondas para ser usado como arma defensiva. Em 1930, tais aparelhos popularizaram-se como os “raios da morte” como no filme de mesmo nome de Boris Karloff. Marconi deonstrou o raio numa movientada rodovia no norte de Milão, numa tarde. Mussolini havia pedido a sua esposa Rachele para também estar presente na roddovia, precisamente as 15h30. O aparelho de Marconi provocou disfunção, durante meia-hora, em todos os sistemas elétricos dos automóveis, inclusive no de Rachele, enquanto seu chofer eo utros motoristas verificavam as bombas de óleo e os porta-velas. As 15h35, todos os automóveis estavam em condições de dar partida novamente.

Rachele Mussolini publicou posteiormente esse relato em sua autobiografia.

Mussolini ficou bastante satisfeito com a invenção de Marconi; entretanto, o que se dizia é que o Papa Pio XI, ao ter conhecimento da invençao dos raios paralisantes, tomou providências para que Mussolini interrompesse a pesquisa de Marconi (nota do Imix: note até vai a influência da Igreja). Segundo os seguidores de Marconi, este partiu, então, em seu iate, para a América do Sul, em 1937, depois de fingir a própria morte

O que realmente se sabe sobre Tesla é que ele foi um dos maiores gênios da humanidade, visionário que foi chamado de louco e teve seu trabalho desacreditado mas muito bem aproveitado pela elite da época, morreu pobre e sozinho e só teve seu merecido valor reconhecido anos depois de sua morte deixando um legado tecnológico ainda muito longe de ser totalmente explorado e usufruido da forma como ele desejou.