Posts com Tag ‘WILHELM REICH’

Como vocês devem ter notado, estive ausente do blog esses últimos meses…estou mergulhando em algumas pesquisas e estudos e brevemente estarei de volta com muito material para o blog, muita coisa interessante.

Estou postando esse ótimo livro de Wilhelm Reich apenas para dar o “ar da graça” e matar a saudade das postagens no blog, é uma ótima leitura, aproveitem e até mais!

 

A Biopatia do câncerO que é o câncer? Tradicionalmente, a ciência médica o classificou como um tumor intrusivo que surgia espontaneamente em um organismo, de resto, saudável. Em contraste com essa definição, Wilhelm Reich define o câncer não como um tumor – simples manifestação tardia da doença, mas como uma doença sistêmica causada pela frustração do funcionamento sexual natural.

 

 

 

 

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ÉTER: O MEIO SUTIL

Por Caio Benevolo

Comunicação apresentada durante a XVI Semana de Estudos Clássicos do
Departamento de Letras Clássicas da Faculdade de Letras da UFRJ –
Setembro de 1.995

O pensamento antigo nos oferece poucas sendas tão fascinantes quanto à
da concepção do éter, ou, como também costuma ser chamado, do meio
sutil. Fascinante, porque mutável, dinâmica. Aqui, estamos diante da cena
onde o pensamento, munido da razão, persegue o objeto, no intento de
entendê-lo e postulá-lo cientificamente, mas, no decorrer de tal
empreendimento, aquele contamina-se por esse, vindo a descrever os seus
mesmos meandros e características. Este processo congeminativo, que
subverte a dualidade sujeito/objeto indispensável à filosofia e à ciência,
parece ter contribuído para a desistência, ocorrida no começo deste século,
em perseguir-se a cientificidade de tal elemento.

Éter é palavra de origem grega: aithér, que significava, primitivamente, uma
espécie de fluido sutil e rarefeito que preenchia todo o espaço e envolvia
toda a terra (ubiqüidade). Destarte, ele iniciou sua carreira no pensamento
ocidental; tal era sua forma na antiga crença popular grega. Aqui, era ainda
concebido como vivo e divino, possuindo a mesma natureza do fogo.

Divinizado, a personificar o céu superior, onde a luz seria mais pura,
desempenha papel primordial e genitor no panteão grego. Segundo algumas
tradições, é filho de Érebo e Nyx (“noite”), irmão de Hemera (“dia”).
Segundo outras, unido à sua irmã, teria gerado a terra, o céu, e o mar, além
de várias emoções, como a tristeza, a cólera, a mentira, etc., aqui vistas
como personificadas. Além destes, unido à mesma parceira, teria gerado a
muitos deuses, como Atlas, Saturno, Tártaro, etc. Cícero o considerava pai
de Júpiter e de Urano, além de avô do Sol.

Os gregos, fazendo uso da linguagem, compuseram esse termo,
provavelmente, a partir de aeí (“sempre”), e de theîn (“correr”); aquilo que
sempre corre, o que está em perpétuo movimento. Associadas à mesma raiz,
ainda temos as palavras itharós (“claro”), aithýsso (“tremer”, “agitar”), e
aîtho (“incendiar”). Admite-se que a voz latina aestvs (“estio”) esteja
associada à mesma raiz que, neste caso, galga uma profundidade indoeuropéia.

Vemo-nos diante de um campo semântico que abarca um elemento: o fogo,
com quatro características derivativas, a saber, a luz (claridade), o perpétuo
movimento, o calor, e a dinâmica antigravitacional (o sentido de
propagação da chama é para o alto, no sentido oposto à gravidade). E, neste
ponto, encontramo-nos imersos num problema pertinente à fenomenologia
dessa percepção, pois o fogo parece ter sido eleito a melhor ilustração do
éter a posteriori, a partir da comunidade de características derivativas. Por
isso, diz-se que este tem a mesma natureza daquele, mas são diferentes. Tal
necessidade em figurativizar o éter por analogia a outro elemento põe a
descoberto a dificuldade que já havia, naquele então, inerente ao problema
de acuidade perceptiva, para postulá-lo em primeira mão, isto é, sem uso de
figuras.

A sua mais importante característica, já citada, é a ubiqüidade, ou seja, o
estar em toda a parte a todo o tempo. Vale, aqui, a questão: o sentido
último da busca do arché (“princípio”), empreendida pelos filósofos présocráticos,
não seria a busca daquilo que está por toda a parte, assegurando
a unidade da natureza por um princípio comum a todos os seus seres
fragmentários? A intenção daqueles filósofos é, essencialmente, buscar o
fator agenciador da totalidade, da completude, do uno. O postulado desse
fator acarreta, necessariamente, um raciocínio congeminativo, que dilui
todas as diferenças na comunidade dele, que as envolve, suporta e
perpassa.

De alguma forma, essa incitação ao congeminar já estava evidente no
cenário em que fora divinizado; a um só tempo, como vimos acima, o éter
era o responsável pela geração dos elementos, das emoções, e de deuses.
Se considerarmos que muitos desses deuses e emoções eram, em realidade,
a personificação de forças ou personagens cósmicas, tanto mais amplo se
nos mostra o poder de abrangência da simbolização desse aspecto
congeminativo. Ao longo deste trabalho, evidenciaremos o quanto a
amplitude deste processo simbolizador corresponde à realidade do objeto.

Dos pré-socráticos, não restaram mais que fragmentos que nos convidam a
ousar recompor a totalidade que lhes deu origem. De acordo com o já
exposto, ousamos pensar o arché pré-socrático como uma associação do
éter com outros elementos, portanto uma congeminação. Sobre a escolha
desses elementos, recairá o gênio e a acuidade perceptiva de cada filósofo.
Não dispomos de uma palavra que sintetize essa nova unidade
elemento+éter, uma vez que a linguagem tem por viga mestra a
segmentação dos objetos significados no espaço e no tempo; ela tem por
fim resgatar-nos do caos da totalidade. Neste ponto, esbarramos,
novamente, com o problema que subverte o intento cientificista ao qual não
nos furtamos neste trabalho.

O fato é que a associação com o éter parece se apresentar, em cada um
daqueles filósofos, em diferentes níveis de percepção e intelecção; em
alguns, parece inconsciente e intuitivo, em outros, claro, e, em outros,
francamente assumido. Passemos em revista a algumas de suas concepções.
Tò ápeiron (“o sem-fim”) foi a resposta de Anaximandro de Mileto (séc. VIIVI
a.C.), discípulo de Tales, à busca do arché. Vê-se como sua percepção fora
arrebatada pela ubiqüidade; o “sem-fim” consubstancia-se num processo de
extensão material ininterrupto: está por toda a parte, não existe o vácuo. É
provável que também transcenda os limites temporais.

“O deus é dia e noite, inverno e verão, guerra e paz, saciedade e fome. Varia
como o fogo, o qual, ateado a especiarias, é denominado conforme o
perfume destas.” . Neste trecho de Heráclito de Éfeso (séc. VII a. C.), que se
interpõe entre filosofia e poesia, vemos como se ilumina a identidade entre
o conceito de éter e seu lógos, definido como o fogo (pyr) real e metafórico,
dado por ele como resposta ao arché. Para tanto, concorrem as dialogias
(dia/noite, inverno/verão,../…). Durante a leitura do fragmento, a linguagem
impõe que estas sejam decodificadas por nós alternadamente, em
sucessivos momentos plenos de significados mutuamente excludentes,
dispostos dual e paralelamente. Nova oposição se introduz, com a figura de
movimento (“varia”) protagonizada pelo fogo; por outro viés semântico,
este agencia a fusão dos limites ontológicos de seres particulares
(“especiarias”), como aquilo que é comum, geral. A supracitada alternância
dialógica passa por uma transcendência agenciada por essa figura de
movimento, metamorfoseando-se em simultaneidade. Assim, o fogo abole
também os limites temporais, consubstanciando a plenitude espaçotemporal;
ainda que aparente particularizar-se (“denominado conforme o
perfume destas”), o seu perpétuo movimento e a ubiqüidade são
onipresentes e eternos. Mas onipresença e ubiqüidade são sinônimos; o
pleonasmo só não se deflagra pelos diferentes planos metalingüísticos, em
que se encontra cada termo. No entanto a sinonímia, apesar deste nosso
discernimento intelectual, magnetiza-nos, para que se consuma a confusão
(congeminação), que dá a forma circular a este discurso: eis-nos a
reproduzir os mesmos meandros do éter.

“Tudo está repleto de espíritos e demônios” : tomaremos esta afirmação,
também atribuída a este filósofo, como introdução a outro canal
congeminativo, a saber, a identidade do conceito de éter com o de espírito,
ou de princípio vital, ou, ainda, centelha divina. “Ainda que tenhas
percorrido todos os caminhos, não alcançarás as fronteiras da alma; tal é a
profundidade de seu lógos.” : nestes fragmentos, estão relacionados a
ubiqüidade e o elemento sutil, o espírito. “Tales ensinava que o princípio
(arché) do universo é a água, que o mundo tem alma e está repleto de
espíritos.” : aqui, vemos Tales de Mileto (séc. VII a. C.) confluir com a
supracitada percepção de Heráclito.

Espírito, ou alma, nos reportam à vida. Os antigos vivenciaram ainda outro
canal congeminativo, como o atesta a etimologia: à raiz latina anim (animus,
anima, animal, etc.), corresponde o termo grego ánemos (“vento”).
De alguma forma, o princípio vital também está imbricado com a percepção e o
conceito de ar.

“Como nossa alma, sendo ar, nos mantém soberanamente juntos, da
mesma forma, o sopro e o ar o fazem em torno de todo o universo” :
Anaxímenes de Mileto (séc. VI a. C.) assim responde à questão do arché, ao
indicar outro elemento, o ar. Diógenes Laércio acrescenta, a este respeito,
algo de substancial: “Como princípio (arché), concebia o ar e o sem-fim
(ápeiron)” . O insight desse filósofo pode ser ilustrado fartamente; a
etimologia do verbo alemão atmen (“respirar”) sabe-se estar relacionada ao
sânscrito atma (“alma”), ou, ainda, o Gênesis, ao encenar o sopro divino
sobre o barro.

Em sua admirável concepção sobre o cosmo, a qual corresponde quase
totalmente à da moderna astronomia, Pitágoras de Samos (séc. VI a. C.)
inclui o éter como o meio sutil e ubíquo que penetra toda a matéria e
preenche todo o vácuo. Especula-se que o tenha feito, a partir de contactos
mantidos em viagens, com a ciência e filosofia orientais, mormente a hindu,
de onde parece ter trazido sua crença na reencarnação. Muito de seu éter
está em consonância com o conceito hindu de prana, que, igualmente,
identifica o princípio vital com o ar.

À voz latina pvrvs (“puro”), corresponde a grega pyr (“fogo”). Esta relação
nos desvela um viés de percepção que vê a pureza como efeito da ação do
fogo, ou a atribui a ele, como parte integrante de sua ontologia. Por esta
vereda, trilhará Aristóteles, ao postular o seu quinto elemento, incorruptível
e imutável, além do fogo, da água, da terra, e do ar. O filósofo, ao postulálo,
parece ter desejado furtar-se às congeminações confusas de então, solucionando-as.

No entanto seu intento apolíneo acabou por traí-lo,
voltando a se congeminar; sua concepção de enteléquia (entelécheia; en
[“em si mesmo”] + télos [“fim”] + échein [“possuir”]: “que tem o fim em si
mesmo”) contém a sua visão de princípio vital realizado no indivíduo, ao
regenerar-se e conservar-se a si mesmo. Aristóteles nota ainda que ela
produz calor nessa atuação, o que levou-o a associá-la ao fogo, e ao éter,
novamente.

Em seus escritos, as elevadas alturas do firmamento estão relacionadas a
este último. É freqüente neles a menção a Anaxágoras de Klazomen (séc. V
a. C.), que o via como o fogo das altas esferas celestes. “O fogo ocupa o mais
alto lugar entre todos, a terra, o mais baixo, e dois elementos correspondem
a estes em sua relação mútua, o ar estando próximo ao fogo, a água, à
terra.” (Meteorologia, n. 339a). Decorrente desta topografia, descreve-o,
ainda, em suas implicações sismológicas: “Anaxágoras diz que o éter, que
naturalmente move-se no alto, é absorvido por orifícios para baixo da terra
e assim a faz tremer.” (Idem, n. 365a). Ou ainda no trecho:

“No entanto há alguns que sustentam que há fogo nas nuvens. Empédocles
diz que ele consiste em alguns raios de sol que são interceptados;
Anaxágoras, que ele é parte do éter superior (por ele chamado de fogo) que
desce do alto. O relâmpago, então, é o brilho deste fogo, o trovão, o som
tonitruante de sua extinção na nuvem.” (Ibidem, n. 369b)

O grande uso conceitual e científico do éter, entretanto, ocorreu entre os
estóicos, já nos primeiros séculos de nossa era. Eles estruturaram toda uma
complexa compreensão da natureza sobre um tipo de materialismo
dinâmico, ou, se preferirmos, anímico. Nesta última fase, o éter passa a ser
chamado também de pneûma; os dois termos são tomados, como
sinônimos, por aqueles filósofos e cientistas.

Convém lembrarmo-nos de que pneûma significa “vento”, ou ainda “hálito”,
cognato a pnéo (“respirar”). Relaciona-se, à mesma raiz, pnîgos (“calor
sufocante”), este especialmente importante, por fundir os conceitos de fogo
e ar. O pneûma dos estóicos reedita a arcaica fusão conceitual de ar com
fogo e espírito.

Tal conceito, no entanto, teve sua importância consideravelmente alargada
por aqueles filósofos: trata-se do monismo estóico. Os mundos animado e
inanimado diferem, apenas, por uma questão de tónos (“tônus”): este é
designativo do aspecto quantitativo de circulação de éter, ou pneûma, pelo
interior dos corpos. Os seres vivos o fazem circular densamente, os
inanimados, fracamente. A ubiqüidade está, assim, garantida: o éter
perpassa toda a matéria, qualificando-a em função de sua intensidade. Ele
também passa a ser o responsável pela coesão do universo e o mútuo
contacto entre suas partes, bem como meio propagador da luz, da
gravidade, e do magnetismo.

Vislumbramos, também entre os estóicos, um crescendo da filosofia de
Heráclito de Éfeso; no materialismo dinâmico desses, são listadas as fases de
diakósmesis (“formação do mundo”) e ekpýrosis (“consumação”),
correspondentes às chamadas pólemos kaì éris e homología kaì eiréne,
dadas por este filósofo pré-socrático. Esta relação de continuidade torna-se
clara, ao termos em vista a natureza do pensamento dele, a qual se
caracteriza pelo trânsito em dialogias; o meio mais eficaz de espelhar a
totalidade, e, conseqüentemente, a ubiqüidade, é o que encena os
contrários em mútua e simultânea relação.

O conceito de éter, entre os antigos, associa-se às percepções de
movimento perpétuo, calor, altas altitudes, luz, espírito e ubiqüidade. Sua
pesquisa, naquele então, decepcionara todas as tentativas em destilá-lo,
vindo sempre associado a outro elemento, principalmente o fogo e o ar, o
que procuramos deslindar, na medida do possível, neste trabalho.

Esta característica congeminativa, que vimos apresentar desde que fora
postulado, parece criar sérios problemas associados à percepção do sujeito,
que invariavelmente flagra-se congeminado ao objeto mais cedo, ou mais
tarde. O transbordar de limites, decorrente da ubiqüidade, que é, sem
dúvida, sua característica mais impressionante, subverte a busca
epistemológica: vimos que a congeminação apresentada pelo éter com o ar
e o fogo espelha-se, estando imbricada na etimologia, na origem da
linguagem, pertinente ao sujeito, portanto, e presentificada, por meio da
mesma linguagem, no mundo da phýsis (natureza), como objeto. A busca do
éter como entidade científica foi, sem dúvida, um empreendimento, para
explicar esta já histórica sensação oceânica , a partir dos instrumentos do
sujeito, mormente a inteligência, que segmenta o objeto no espaço e no
tempo, através da ramificação desta, que é a linguagem. Ela o realiza, ao
buscar, na epifania do novo, fatores e fórmulas já conhecidas: trata-se do
passado que emoldura e suporta a manifestação do presente. O supracitado
espelhamento se consubstancia numa identidade entre a phýsis e a
natureza do próprio sujeito. O diálogo entre algumas das mais célebres
tentativas, ocorridas no mundo antigo, para conceituar o éter
cientificamente, como vimos, vem a confirmá-lo.

O autor:
Caio Benevolo é mestrando em poética na Universidade Federal do Rio de
Janeiro onde se formou em música (violoncelista, regente e professor).
Texto extraído do Orgonizando, site de teoria reichiana e orgone
(www.orgonizando.psc.br)

Essa matéria é sobre uma das maiores descobertas da humanidade e que curiosamente foi mantida em segredo a  todo custo pelo governo americano durante vários anos colocando um de seus principais defensores atrás das grades durante anos por simplesmente tentar divulgar essas informações vizando apenas o bem-estar da humanidade, conheçam a história do Dr.Wilhelm Reich e sua maravilhosa Caixa de Energia Orgônica.

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O Orgone e Wilhelm Reich

“Aviso – A utilização indevida do Acumulador de Orgone pode levar a sintomas de overdose. Por favor, saia da proximidade do acumulador e chame o seu médico imediatamente!”

Estas seriam as palavras do genial Dr. Wilhelm Reich, pai da energia orgone (também conhecido como chi ou energia vital) e ciência da orgonomia. Wilhelm Reich desenvolveu um dispositivo de metal revestido e o chamou de Acumulador de Orgone, acreditando que a caixa represava energia orgônica que ele poderia aproveitar em abordagens inovadoras para a psiquiatria, medicina, ciências sociais, biologia e pesquisas meteorológicas.

A História Oficial A Energia do Orgone

A descoberta do Orgone por Wilhelm Reich  teve início com sua pesquisa baseada na bio-energia física para as teorias de Sigmund Freud de neurose em seres humanos. Wilhelm Reich acreditava que experiências traumáticas bloqueavam o fluxo natural da energia vital no corpo, levando à doença física e mental. Wilhelm Reich concluiu que a energia libidinal que Freud teorizava é a energia primordial da própria vida, ligada a mais do que apenas a sexualidade. O Orgone estava em toda parte e Reich mensurava esta energia em movimento sobre a superfície da terra. Ele ainda determinou que o seu movimento influencia na formação do tempo.

O Acumulador de Orgone

Em 1940, Wilhelm Reich construiu o primeiro dispositivo para acumular energia orgone: uma caixa de seis lados construídos com camadas alternadas de materiais orgânicos (para atrair a energia) e materiais metálicos (a irradiar a energia para o centro da caixa). Os pacientes sentavam-se dentro do acumulador e absorviam a energia orgone através de sua pele e nos pulmões. O acumulador teve um efeito saudável no sangue e tecido do corpo, melhorando o fluxo de energia vital e pela liberação de blocos de energia.

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Problemas com a FDA ( Food and Drug Administration )

Em 1954, o FDA emitiu uma ordem de injunção (ordem expressa) contra Reich, alegando que ele tinha violado a Lei de Alimentos, Medicamentos e Cosméticos, entregando  dispositivos adulterados no comércio interestadual e fazendo declarações falsas e enganosas. A FDA chamou os acumuladores uma farsa e energia orgone inexistente.

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Um juiz emitiu uma liminar que ordenou que todos os acumuladores alugados ou de propriedade de Reich e os que ele trabalhava fossem  destruídos e toda a rotulagem referentes à energia orgone destruídas. Reich não compareceu pessoalmente no processo judicial, defendendo-se por carta . Dois anos depois, Wilhelm Reich foi preso por desacato à autoridade da liminar,  com base nas ações de um associado que não obedecera a ordem e ainda possuía um acumulador.  Em 03 de novembro de 1957, Wilhelm Reich morreu na sua cela de uma insuficiência cardíaca.

Em sua última vontade e testamento, ordenou que suas obras ficassem seladas durante cinquenta anos, na esperança de que o mundo seria um dia um lugar melhor para aceitar as suas máquinas maravilhosas.   “Orgone” é o nome que o Dr. Reich deu ao que costumamos chamar de Chi, a força vital. Ele descobriu que a energia orgone é atraída para materiais orgânicos, como algodão, lã, couro, seda, água e os tecidos dos organismos vivos.

Em contato com o metal, ela é imediatamente descarregada. Ocorreu-lhe que, se  metal e algodão fossem mergulhadas em uma seqüência alternada, o campo magnético da atmosfera (orgone), que está sempre presente e já interage com o sistema de meridianos, tornaria-se cada vez mais concentrado. Ele estava certo. Isso realmente acontece, e é um campo de energia natural muito agradável para o corpo a receber.

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Estudos científicos mostram que a travesseiros com energia orgone são milagrosos para queimaduras e lesões de todos os tipos. Eles podem apressar a cicatrização de ossos quebrados, bem como encurtar o tempo de cura da gripe das infecções virais e bacterianas, e muitas outras coisas. O tempo de exposição varia de acordo com as necessidades da pessoa.Reich nunca chamou esta energia de Senhor (The Lord), mas ele percebeu que essa energia libidinal estava em toda parte e foi atraída para os seres vivos, especialmente metais e cristais. O programa foi aproveitá-la e recolhê-la.

Reich afirmou que a vida se baseou em fenômeno bioenergético, e caracterizada pela pulsação da bioenergia, como acontece com batimentos cardíacos, respiração, e as funções da bexiga. As emoções e sexualidade, ele argumentou, também seguiram uma pulsação básica similar a da bioenergética, uma ótima saúde exigiu expressão emocional aberta e de liberação sexual periódica de bio-energia acumulada. (Muitos acreditam que este é o orgasmo e não é.)

Ele mediu assinaturas bioelétricas das experiências subjetivas afetivas-sexuais humanas utilizando medidores millivolt super sensíveis, interpretando-as como expressões de uma determinada energia de vida “bio-elétrica”. Mais tarde, ele observou e desenvolveu medidas objetivas para identificar campos energéticos em torno dos seres humanos e outras formas de vida, incluindo os micróbios, e alegou que a mesma bioenergia carregava a matéria sem vida e ela existe na forma livre na atmosfera.

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Ele argumentou que o “orgone” tinha uma semelhança com o antigo conceito de éter cosmológico do espaço. O acumulador de orgônio foi desenvolvido como uma forma objetiva de captar esta energia da atmosfera e, posteriormente, alegou ter dois efeitos anômalos biológicos e físicos.

Reich também projetou um dispositivo chamado de “cloudbuster”, que poderia dispersar as nuvens e produzir chuva.
Usando poucas palavras para descrevê-lo, podemos usar estas: O que surpreendeu o Dr. Reich foi o fato de que, por mais de dois mil anos, a presença desta energia orgone foi negligenciada ou censurada sempre que um estudioso tentava descrever o que via.

O Dr. Reich descobriu que o orgone é nada menos do que a energia responsável pela pulsação biológica da vida na Terra (e possivelmente do universo).

Perguntas simples, respostas não tão fáceis…

* Se o orgone não existisse, por que o governo federal americano se comportaria tão militantemente em suas tentativas de remover qualquer menção ao nome Orgone do mundo editorial, da imprensa e das mentes das pessoas?

* Por que o governo federal deu uma sentença de morte a um homem de idade respeitadíssimo se ele insistisse em continuar seus estudos de algo que segundo eles não existia mesmo?

* O governo federal usou sua autoridade para proibir muitas tecnologias viáveis e úteis. Devemos aceitar a posição do FDA que a energia orgônica não existe mesmo?

* Ou é do nosso interesse ter um outro olhar para o trabalho do Dr. Reich e sua polêmica teoria da energia da vida?

* Mais importante ainda, pode a energia orgone ser usada para ajudar a neutralizar as energias negativas que tanto permeiam o nosso mundo moderno?

FONTE : www.advivo.com.br

Este relatório foi construído a partir de entrevistas de vídeo, entrevistas pessoais e comentários individuais. É estruturado em um formato aberto de pergunta e resposta, sem considerar quem está perguntando e quem está respondendo; este formato também permite a inserção de outros dados na parte posterior do relatório no mesmo formato aberto de pergunta e resposta. Os dados não foram provados ou verificados, são relatados como recebidos.
Este relatório contém a seguinte informação: The Philadelphia Projeto, ou Projeto Rainbow, Phoenix Projetos 1-3, origens da radiosonda e ligações com o trabalho de Wilhelm Reich.
A história é que por volta de 1947 Wilhelm Reich deu ao governo americano um aparelho para controle climático, um aparelho capaz de fazer queimas DOR. Reich pensava que se pudesse diminuir a quantidade de DOR as tempestades não seriam tão violentas. (DOR é o resultado da energia de orgônio entrando em contacto com uma fonte radioativa fechada. Isto produz uma energia mortal de orgônio, ou (Deadly Orgone Energy – DOR) – que ameaça a vida. Ela também é produzida na atmosfera através de outros processos. O governo usou o aparelho em uma tempestade e reduziu a intensidade desta. O governo gostou disto e iniciou uma outra fase do projeto Phoenix onde ele desenhou estas “radiossondas” e começou a lança-las em grandes números, talvez 200 a 500 por dia. O radio nestas coisas tinha um alcance de 100 milhas. E se eles utilizavam estas coisas podemos pensar que receptores para elas seriam uma coisa comum. Mas eu nunca vi um receptor de radiossonda. Tenho ouvido falar neles, mas nunca os vi.
Quais são as frequências utilizadas?
São 403 MHz e 1680 MHz. Elas usam duas frequências diferentes.
Usam ambas ao mesmo tempo?
Não. Uma ou outra são usadas. As mais recentes usavam um plus de sed 403 MHz plus ou mínimo de 2 MHz. As mais antigas 1680 MHZ, plus ou mínimo de 6 MHz. O “thermistor” nelas tem ouro, prata, platina e irídio. Reich usou sensores que tinham ouro e prata. O elemento umidade está numa placa plástica com prata ao redor da borda e linhas condutoras atravessando a placa. Eles poem nesta placa uma mistura muito incomum de químicos. Diferente da maioria dos umidificadores, a resistência sobe a medida que isto encharca. O que estamos teorizando é que o bastão do “thermistor” (sensor de temperatura) atue como uma antena DOR fora de fase. O “sensor de umidade” atua como uma antena para o orgônio; o sensor de pressão é essencialmente o que eles chamam de tomada de barril, com uma tomada sensitiva de ciclo de pressão. O aparelho pode destruir o DOR e construir orgônio. O transmissor consiste de dois osciladores, um deles correria na frequência do transportador (403 ou 1680) e um segundo seria um oscilador de 7 MHz pendurado na grade do oscilador transportador. O resultado é que este oscilador de 7 MHZ pulsaria “ligado e desligado”.
Como tudo isto se relaciona com o que aconteceu nestes outros projetos?
O governo não contou ao público que estes eram aparelhos de controle climático. O que vemos aqui foi realmente a genêse do projeto Montauk , que foi uma combinação do trabalho de Wilhelm Reich com a Experiência de Philadelphia. Em Phoenix Um aconteceram dois projetos. e Você tem o aspecto da invisibilidade e também o desenvolvimento do controle de clima de Wilhelm Reich. Perto do fim do Projeto Phoenix, ao usarem alguns dos conceitos de Wilhelm Reich e alguns dos esquemas de transmissão utilizados no projeto da radiossonda, eles descobriram que a combinação dos dois fatores permitia utiliza-los para CONTROLE MENTAL. O governo tem eufemisticamente chamado a isto de “alterações no humor”, mas na realidade trata-se de controle mental.
Isto era do que se tratava o Projeto Montauk?
Não. Phoenix Um. Depois que os círculos políticos descobriram isto eles quiseram o encerramento de Phoenix Um. As pessoas que estavam realizando este projeto foram então para os militares e propuseram que eles poderiam utilizar isto para “influenciar as mentes dos inimigos”. Os militares adoraram a idéia e lhes deram permissão para o uso da velha Base da Força Aérea de Montauk. A base foi então fechada e tudo foi tratado em “off”. O grupo então mudou-se para lá vindo do Brookhaven Labs. Começou então o que nós chamamos de Phoenix Dois. Eles passaram os primeiros dez anos, aproximadamente de 1969 a1979, puramente pesquisando controle mental. Eles começaram por tomar o output do radar SAGE , modulando uma onda especial que Reich lhes tinha mostrado durante o processo de controle de tempo, e combinada com algo que havia sido percebido durante o trabalho do Experimento de Philadelphia . Eles transmitiam em aproximadamente 406 MHz. IIsto pularia de frequência e mudaria em fase. Eles usavam o conceito amplidine onde você tem muitos estágios de pulso modulado. BRF era de 10 ciclos até 750 ciclos. A largura do pulso poderia variar de 10 a 75ms. A frequência central de 406MHz era gerada de uma função de tipo permaneça baixa que era referenciada como “função tempo zero.”
Havia uma outra modulação nisto?
Havia a frequência que saltava nisto.
Então Phoenix Dois começou em 1969?
Sim, num período de 1969 a 1971. Phoenix Um durou de 1948 a 1968. A primeira parte do projeto de controle mental era pegar um indivíduo e colocá-lo mais ou menos a 250 pés de distância da antena. O radar SAGE tinha uma energia de pico de pulso de .5 MW. A antena tinha um ganho de 30db. Isto significa um poder efetivo de radiação de ao menos um gigawatt. Nominalmente era de um gigawatt. Você pode imaginar o que isto causa às pessoas? Penso ser surpreendente que as pessoas ainda estejam lá. Isto faz coisas como queimar as funções cerebrais, criar danos neurológicos, feridas nos pulmões por calor, etc. Eles tentaram isto com muitas pessoas e um número pequeno de sobreviventes.
Onde eles conseguiram voluntários para isto?
Eles simplesmente cataram pessoas indigentes das ruas e as colocaram diante do raio do radar. Este é o tipo da falta de lógica que o governo adora.
Nesta época, quem comandava este projeto?
Dr. John Von Neumann e Jack Pruett.

Alguma agência em particular?

Não sei com certeza qual era a agência. Agora, alguém teve a brilhante idéia de colocar os sujeitos teste em linha com o “chifre de acréscimo” da antena. Eles conseguiram resultados sem que queimassem as pessoas. Descobriram que ao variar a modulação da fase e os saltos da frequência e o pulso de fases múltiplas eles obtinham efeitos profundos nas mentes das pessoas.
Existem túneis nas Pirâmides?
Há um tunel sob Gizé. Ninguém sabe quando ele foi construído ou como.
E a respeito de uma espaçonave ou algo assim?
Foi montada uma expediçào como resposta aos dados reunidos nas décadas de 1920 e 1930 sobre uma câmara secreta sob a pirâmide. Eles construíram o equipamento nos anos posteriores e desceram na pirâmide descobrindo uma porta de metal 500 pés abaixo da base da pirâmide. Eles encontraram outras portas. As portas utilizam um código sônico. Descobriram uma sala com mais de 30.000 discos de registro e equipamento alien. Eles fotografaram os discos com filme infravermelho. O governo egípcio não permitiu a retirada de um só disco. Os discos foram decifrados. Eles descrevem a ascensão e a queda de civilizações do espaço externo durante um período superior a 100 mil anos. Este grupo construiu esta sala de registro e depois foi que construiu a pirâmide sobre ela. Não há nenhum UFO, mas muitos equipamentos guardados em três níveis. Eles fotografara mais de 2.700 dos discos. Segundo um contato da Força Aérea, estes discos estão em um cofre na base da Força Aérea de Kirkland em New Mexico. Eles não querem que o público saiba disto.
Como o governo está envolvido nas mutilações de gado?
Há cientistas humanos que estão envolvidos em estudos sobre a longevidade que utilizam adrenalina. Eles tem desenvolvido uma adrenalina alterada e drogas chamadas cordrazina, cortropinex, formazina e hyronalix. Todas elas tem base na adrenalina. A única maneira de obter grandes quantidades de adrenalina é por meio do gado. Algumas desstas substâncias desenvolvidas por eles afetam o desenvolvimento psíquico. Outras, tem propriedades de restauração física. Os aliens usam o gado também para obtenção de material biológico. Eles usam este material em seu programa de acasalamento e na construção de indivíduos clone.
Você sabe se o Federal Reserve irá lançar o novo dinheiro?
Não. Tem havido muitas hipóteses de datas, mas todas elas vem e vão. Quando eles fizerem tudo o dinheiro será inútil. O plano é dar um breve aviso para as pessoas trocarem o velho dinheiro pelo novo. De fato você terá que prestar contas e a posse de mais de 3.000 dólares é ilegal. Está vindo.
Você considera ser o governo secreto o Quarto Reich?
É difícil de dizer. Meu entendimento sobre isto é que o governo secreto não esteja ligado aos nazistas e sim aos banqueiros mundiais, o antigo dinheiro e o que é chamado de “Nobreza Negra”. Eram os sangue-azul da Europa. Eles de fato tinham sangue azul que era baseado em cobre, não em hemoglobina. Eram semi-humanos. Existe ainda hoje, algumas espécies animais na América do Sul que tem sistemas sanguíneos baseados em cobre. Houve um problema com a hemofilia, não foi com o intercasamento. O problema foi que eles começaram a casar fora do sistema sanguíneo baseado em cobre. A hemoglobina e o cobre não se misturam. Foi dali que surgiu a proibição de casamento com plebeus.
E quanto aos humanos sintéticos?
A clonagem humana foi desenvolvida na Universidade de Utah em Salt Lake City em 1977. Eles inicialmente transmitiram isto na televisão como parte de uma série. Eles tinham um alegado clone humano na TV que estava sendo entrevistado. Ele não falava muito bem. Eles mostraram o humano original e o clone. O clone não foi completamente bem sucedido. Demorou 14 meses para geral completamente um adulto humano [clone] em um tanque. Foi uma série de duas partes. A segunda parte desta série nunca foi transmitida, por razões óbvias. Fontes da CIA confirmaram que isto começou na Universidade de Utah. O governo tinha uma instalação para clones. A primeira delas foi construída na área de Mount Hood , mais ou menos 60 milhas a leste de Portland, Oregon. Eles tem outras instalações em outras localizações. Estas localizações tem que ter campos magnéticos estáveis e outras características especiais ou de outra forma o processo de clonagem não funciona adequadamente. Eles podem agora fazer mais rapidamente a replicação. Eles tem clones das principais figuras de governo, parcialmente o motivo é razões de segurança. Isto também cria a situação que se alguém perde a aprovação podem clona-lo, mata-lo, substituindo pelo clone. Não foi estabelecida qualquer relação mas tudo é possível. Hitler teria morrido o mais tardar em 1984. Tenho ouvido boatos dele ter sido o máximo diretor do projeto Phoenix , mas estes boatos nào tem qualquer mérito para a maioria das pessoas. Em algum momento Eichmann esteve envolvido, até os israelenses o pegarem. Muitos cientistas nazistas importantes estiveram envolvidos. Havia um homem chamado Huntermann que foi o co-diretor do projeto . Nós especulávamos se havia alguém acima dele. Houve uma coleção completa de nazistas puros no alto. Os alemães também tiveram envolvidos com os Greys em processos de clonagem.
E os nazistas ainda dirigem coisas?
Não sei que ligações tem hoje. Tenho dois amigos que dizem coisas diferentes. Um deles afirma que os nazistas estão no comando enquanto outro diz que são os cientistas judeus. Outras pessoas afirmam que é o MJ-12. Faça a sua escolha. Penso que todos estão envolvidos. É muito interessante a dualidade de alemães e judeus. Recentemente tivemos a informação que estes dois grupos de entidade originalmente são de uma fonte externa de algum lugar e que foram banidos deste planeta parra resolverem suas diferenças. Aparentemente eles sempre desejaram destruir um ao outro. E ainda fazem isto em muitos níveis. Todo mundo mais tem que parar e esperar que isto se resolva, suponho. Isto só aumenta a confusão. A orientação de ambos grupos parece ser negativa e voltada ao auto-serviço. Recentemente abduzidos tem dito coisas que indicam terem sido levados a bases conjuntas nazistas-alien onde viram suásticas nas paredes. Tem acontecido nos últimos dois anos. Você se lembra da história de Reinhold-Schmidt ? Era um homem de negócios que vivia em New Jersey na década de 50. Finalmente consegui um exemplar do livro dele. Ele insistia que uma vez ele se dirigia de casa para o trabalho e algo saiu errado com seu carro. Alguém então o abordou e o levou para um disco voador. Todos os ocupantes vestiam roupas pretas e falavam alemão. A ele pareceu serem nazistas. Não teve certeza, mas pensou que fossem. Depois disto, com sua aquiescencia, eles o pegaram outras vezes. Ele começou a falar sobre isto e recebeu uma visita de agentes do governo que lhe ordenaram que se calasse. Ele insistiu. Foi pego e colocado internado em um hospital psiquiátrico durante quatro meses. Quando teve alta, era um outro homem. Morreu algum tempo depois. Até ser levado para o hospital ele insistiu em sua história. Foi aproximadamente em 1956. Não tenho certeza. Ele era um importante homem de negócios. Naquela época foi um história sensacional.

É interessante que você tenha mencionado sistema sanguíneo baseado em cobre. Os Nórdicos não estão envolvidos com isto?

Sim. Embora os Nórdicos sejam humanóides externamente quase idênticos aos humanos. Há diferenças sutis na fisiologia alien dos Nórdicos e a maioria delas se baseia nas condições de vida onde eles tem se desenvolvido. Seus planetas são extremamente quentes e secos, tendo um baixo conteúdo de oxigênio na atmosfera. Eles tem uma capacidade pulmonar maior do que a dos humanos e um sistema sanguíneo baseado em cobre para poder transportar mais eficazmente o oxigênio. Os olhos são protegidos por pálpebras internas e poder ver no espectro do ultra violeta. Tem apenas 28 dentes porque não tem um par posterior de molares. O cérebro é do mesmo tamanho do cérebro humano embora as cabeças sejam maiores; a estrutura do cérebro é aproximadamente 0,2 mm maior e o osso é mais duro. O cérebro é similar ao humano em estrutura e tamanho exceto na área mediana, onde estão as funções telepáticas e telecinéticas. Isto explica os poderes psiônicos dos Nórdicos. Tem em média dois metros de altura. A mulheres, em torno de 1.70 metro. Não tem glândulas sudoríparas. A pele permite que a umidade seja absorvida do ar. O coração tem por volta de 242 batimentos por minuto, e a pressão sanguínea é 80 sistólica e 40 diastólica. Eles tem vasos sanguíneos extremamente dilatados. O coração está localizado onde devia estar o fígado humano. A cartilagem que protegeria o coração humano se estende 3.5cm para baixo nos Nórdicos, para proteger este órgão. As células sanguíneas são biconvexas em contraste com as células bicôncavas dos humanos. A funções renais só permiktem que seja excretado metade do líquido consumido. O resto é devolvido ao sistema. A urina é espessa com minerais e parece em cor e textura ao petroleo cru recem bombeado. As fezes são bolas secas sem nenhuma umidade. Os nórdicos adultos podem regular a quantidade de adrenalina em seus corpos. Não tem glândula pineal. As fêmeas nórdicas podem engravidar a qualquer momento mas os machos só são férteis uma vez por ano. O período de gravidez é de três a cinco meses.
Quantas pessoas trabalhavam nesta instalação?
Aproximadamente 30.
Quem os autorizou a usar a base?
A Força Aérea e a Marinha. Era um projeto conjunto. Havia pessoal de ambas envolvido. Temos cópias de ordens do pessoal da Força Aérea.
Qual era a história cobertura para a base?
Nenhuma. Era uma base fechada. Ela foi abandonada. Foi entregue ao GSA por volta de 1969 ou 1970 quando eles fecharam todos os sistemas do radar SAGE. Era uma operação inexistente. Uma cobertura perfeita.
De onde vinham os fundos?
Eram totalmente particulares.
Corporações?
De início, eles não vieram de corporações, embora no final tenham vindo delas. O dinheiro original veio do governo Nazista.
Dr. von Neuman

Isto é Phoenix Um?

Não, isto é Phoenix Dois e Três. Em 1944 houve um trem de tropas americanas que foram por um túnel francês carregando dez bilhões em ouro nazista que haviam encontrado. Eram 10 bilhões em 1944, ao preço de 20 dólares a onça. O trem foi explodido no túnel e matou 51 soldados americanos. O ouro voltou dez anos depois para Montauk. Isto foi verificado. Este dinheiro foi utilizado durante muitos anos para financiar o projeto. Eles gastaram quase que o dinheiro todo e ficaram sem dinheiro. Eles então procuraram a ITT, que custeou isto. ITT era da propriedade de Krupp na Alemanha. Em termos de pessoal, muitos civis e cientistas nazistas vieram da Alemanha antes e depois da guerra terminar. O projeto estava sob observação do governo americano. A comunidade de inteligência sabia o que estava acontecendo e a CIA monitorava tudo, bem como outras agências governamentais. O campo de pessoas que operavam na base era pequeno, entre 30 e 50. Os fundos eram inteiramente particulares. Depois em 1983, o Senador Goldwater soube disto e começou uma investigação. Ele não pode descobrir qualquer vestígio de dinheiro do governo. Pruett foi o diretore metafísico do projeto.Ele era da Força Aérea. Depois dele sair, veio o Dr. Herman C. Untermann . Eles tinham um especialista em eletrônica , Dr. Mathew E. Zerrett, que veio da Alemanha em 1946 com Werhner von Braun. Provavelmente a razão deles terem ficado sem dinheiro tenha sido o fato de terem um total de 25 bases por todo os EUA para sustentar. A última destas bases fechou em 12 de agosto de 1983. A base de Montauk, onde todas as outras bases retiravam a referência de “tempo zero”, fechou e outras duas bases remanescentes fecharam com ela.
Quais são alguns destes efeitos mentais?
Do que posso recordar do programa, durante o tempo do qual tomei parte, fui submetido ao campo de controle mental somente muito mais tarde de ter sido admitido no programa [porque inicialmente eles me quiseram por causa das minhas HABILIDADES SENSITIVAS] .De início fui designado para a doutrinação de jovens recrutas. A primeira doutrinação mostrou-se um desastre. Eu disse a eles que nada tinha a ver com o programa e eles me colocaram em frente deste raio mental e isto me lesou. Finalmente alguém disse: “desligue isto”. Outros foram afetados muito mais seriamente que eu. Os efeitos geralmente eram muito ruins. Podiam até mesmo queimar cérebros. E então, ELES IRIAM PEGAR CRIANÇAS ENTRE 12 E 16 ANOS NAS RUAS… ,
Isto é para onde foram muitas das crianças desaparecidas da América?
Estimamos que eles pegaram 10 mil crianças americanas nas ruas e as levaram para Montauk, New Jersey. O número total de pessoas retiradas das ruas e levadas às 25 estações é por volta de 250.000. Não sei as respostas. O que realmente aconteceu neste programa em termos de todas estas crianças, ainda é um mistério. Sabemos que foram completamente programadas com o que veio a ser a mais avançada técnica de programação eletrônica. A programação original era de natureza Reichiana e era mais física. Mais tarde eles desenvolveram técnicas que usavam computadores e programação eletrônica com as técnicas Reichianas que eram mais rápidas e com menos efeitos colaterais.
Você já encontrou outras pessoas que estavam presentes com você?
Durante anos tenho procurado estas pessoas. Há um padrão de identidade muito específico que você pode detectar, se for sensível o bastante. Você pode localizar uma pessoa que tomou parte do programa de Montauk “a cinco milhas de distância”. A distinção varia da maneira para qual foi alterada. Eu localizei mais que uma dúzia de pessoas em Long Island, na área de New York .
E sobre Von Neumann?
Ele ainda vivia em 1989. Ele tinha um problema com o governo, bem como outros problemas, tais como uma divisão de personalidade em 1977, quando se exonerou como diretor e se tornou consultor. O governo disse a todo mundo que ele morreu em 1956. O governo ainda está interagindo com ele.
Todos os sujeitos teste de Montauk recebiam drogas psicotrópicas?
Não creio… Eles usavam uma droga que era utilizada juntamente com a programação Reichiana para torna-los mais receptivos. Não lembro o nome dela. O efeito da droga era torna-lo muito quente.
Também ao mesmo tempo eufórico?
Sim, também eufórico.
Eles receberam esta “cadeira de alteração mental” dos aliens?
O protótipo veio dos aliens. Fora disto, não temos certeza. Esta cadeira era essencialmente um amplificador mental. O governo tinha indivíduos especialmente treinados para sentarem-se na cadeira e criarem formas-pensamento que seriam amplificadas e transmitidas. Eles podiam transmitir o sinal e colocar pessoas em um estado pré orgásmico onde ficassem receptivas à programação. Isto funcionava muito bem e eles encontraram outras capacidades. Eles descobriram que isto sempre podia funcionar. Eles tinham um indivíduo psiquicamente treinado sentado na cadeira e geravam uma forma pensamento de um vórtex que ligava 1947 a 1981. Eles firam exatamente isto – um túnel do tempo por onde podiam andar. Há uma série de TV que apresenta de forma muito acurada este conceito. Estas foram algumas das capacidades mais precoces. Eles começaram a ir adiante e para trás no tempo. Esta foi a última fase do projeto Phoenix .
Quando esta máquina do tempo estava funcionando?
Por volta de 1979/1980 ela já estava completamente operacional. Seu transmissor tinha bastante energia para dobrar espaço e tempo. O indivíduo na cadeira teria que sintetizar a função do vortex porque eles não tinham capacidade técnica para fazer isto. Isto agora pode ser sintetizado. Eles fizeram outras coisas. Eles faziam o indivíduo da cadeira pensar em alguma criatura e esta criatura se materializaria. Eles quase tinham o poder de criar um ser. O problema era que aquilo que eles criavam só “durava” enquanto o amplificador estivesse ligado. A energia estava em algum lugar entre gigawatts e terrawatts. Uma energia tremenda. O vortex poderia ter um diâmetro de aproximadamente cinco milhas.
Pode descrever com o que se parecia isto?
É como olhar para um tunel totalmente em espiral e acesso em toda sua extensão. Você poderia começar a andar nesta coisa e repentinamente ser expulso dela. Você era mais ou menos propelido por isto. Você poderia ir a qualquer lugar em tempo e espaço.
Você poderia trazer coisas?
Sim.
Você alguma vez trouxe?
Sim.
Continue a descrição do túnel.
As paredes eram sólidas mas infladas. O túnel não era reto, algo similar a um saca rolhas.
Se alguém desligasse a energia você ficaria “encalhado” em sua destinação tempo e espaço?
Sim, ficaria encalhado lá.
Eles enviaram muitas crianças por este túnel?
Sim, mas não sei qual era o objetivo. Eles perderam muitas crianças.
Já que existe uma volta de tempo entre você ir para trás no passado ou ir para frente no futuro, tudo é fixado?
Sim. Uma das primeiras coisas que eles fizeram foi enviar recrutas adiante por volta de 6030 AD. Foi sempre o mesmo ponto. Em algum lugar de uma cidade abandonada onde havia UMA ESTÁTUA DE OURO SÓLIDO. QUANDO ELES VOLTAVAM ERAM PERGUNTADOS SOBRE O QUE VIRAM. Se eles estavam esperando encontrar respostas diferentes, eu não sei. Eles sempre olhavam no vórtex para ter certeza que o meio ambiente sustentava vida antes de enviar as pessoas. Eles colhiam amostras.
Há futuros potenciais para onde possam ser enviadas pessoas?
Não. Uma vez que você faça a conexão com o futuro a linha se torna fixada a este ponto.
Você pode mudar o presente mandando alguém ao passado?
Sim. E também pode mudar o presente mandando alguém ao futuro. Sob certas condições. O governo está usando as existentes máquinas de tempo para ir adiante na linha de tempo de Montauk.
Você está dizendo que agora o presente não pode ser mudado porque nós estabelecemos uma volta de tempo através de futuro e passado?
Sim. O que significa que seja o que for que alguém está fazendo entre o mais extremo ponto do passado e o futuro estará fazendo para sempre.
Até onde se conseguiu viajar no futuro?
10.000 AD.
Desta forma, tudo está fechado até 10.000 AD?
Sim, é uma realidade como um sonho. Ninguém tem captado nenhum futuro tangível além de 2012 AD. Há uma parede muito abrupta com nada para ver do outro lado.